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Baile funk com suspeita de ação do PCC acaba em tiros e pauladas em São Paulo

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Baile do 17 / Facebook / Arquivo

Ilustração: jovens foram mortos após tumulto em baile funk de Paraisópolis


Um baile funk realizado na rua Rolando Curti, na Vila Clara, zona sul de São Paulo terminou com tiros , carros depredados e brigas envolvendo golpes de madeira, no último sábado (5). Moradores da região acreditam que a ação violenta teria sido uma resposta dos traficantes da região, pois haviam proibido a realização de bailes.


Vídeos captados mostram uma grande aglomeração de jovens, em sua maioria sem máscara, que ao final do evento foram agredidos por grandes pedaços de madeira, enquanto carros eram destruídos .

Moradores da região dizem que a ordem de interrupção dos bailes funk foi dada pelo PCC (Primeiro Comando da Capital) para evitaar que a polícia chegue na comunidade para conter as aglomerações e, assim, atrapalhe o tráfico de drogas. Além disso, o baile é realizado em frente à uma AMA (Assistência Média Ambulatorial) e atrapalha o atendimento dos pacientes. 

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As informações são do UOL .

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TJPR absolve juíza acusada de racismo por condenar um negro com base na sua raça

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Sentença com teor racista foi dada pela juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba


O processo disciplinar contra a juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba,  acusada de racismo por utilizar a raça de um réu negro para embasar a sua condenção a 14 e 2 meses de prisão por furto, foi arquivada pelo Órgão Especial (OE) do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR).


Os desembargadores da OE não viram má conduta ou crime de racismo na sentença da magistrada contra o réu Nathan Vieira da Silva, na qual ela dizia que ele era ” seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça “.

“Seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça , agia de forma extremamente discreta os delitos e o seu comportamento, juntamente com os demais, causavam o desassossego e a desesperança da população, pelo que deve ser valorada negativamente”, dizia um trecho da decisão.

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Segundo os desembargadores, Inês não seria racista porque condenou todos os integrantes da quadrilha à mesma pena de Nathan, mesmo ele sendo o único negro do grupo. Os responsáveis pela decisão argumentam que a frase foi tirada de contexto  pela imprensa para incriminar a juíza.

“O Código Civil diz que toda vez que formos analisar, não temos que analisar a literalidade do texto, mas sim a intenção apresentada . Na condição dele [Natan], ele teria que ser discreto para não chamar a atenção”, defendeu o desembargador Luiz Osório Moraes Panza ao ser questionado se a juíza possui um histórico de casos de racismo.

A tese defendida pela OE é a de que o a frase “em razão da sua raça” estaria subordinada à oração que dava sequência ao parágrafo – “agia de forma extremamente discreta” – e não à anterior – “seguramente integrante do grupo criminoso”.

“Nós temos que interpretar a sentença com boa fé. Não se trata de uma sentença de três linhas”, disse o desembargador Clayton Maranhã. “Parece que as pessoas têm preguiça de ler, mas não têm preguiça de sair atacando nas redes sociais”, completou.

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