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Bolsonaro diz que pode ligar para Trump para pedir mais hidroxicloroquina

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Bolsonaro exibe uma caixa de cloroquina
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Bolsonaro exibe uma caixa de cloroquina

O presidente Jair Bolsonaro  afirmou, nesta quinta-feira, em transmissão pelas redes sociais, que o país tem um estoque reduzido de comprimidos de hidroxicloroquina , e destacou que, se for preciso, pode ligar para o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump , para pedir nova remessa do medicamento.

Bolsonaro é um dos principais defensores do uso da cloroquina e da hidroxicloroquina no tratamento da Covid-19 , apesar de pesquisas dentro e fora do país já terem descartado eficácia no tratamento à doença causada pelo novo coronavírus (Sars-coV-2). As drogas, sugerem estudos, ainda provocam fortes efeitos adversos em pacientes.

“Aceitei do presidente Trump a doação de 1 milhão de comprimidos, que ainda não foram distribuídos porque a cartela deles tem 100 comprimidos”, disse.

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“E se o Trump, nós tivermos necessidade aqui de mais comprimidos, pode ser que haja mais necessidade, eu não tenho problema nenhum de ligar para o presidente norte-americano, se tiver mais, manda para nós, a gente manda um avião buscar ou ele manda um avião para cá e a gente distribui esse material aí”.

Apesar da enfática defesa do presidente da hidroxicloroquina, comprimidos da droga doados ao Brasil pelo governo dos EUA e por um laboratório foram enviados ao laboratório do Exército, depois que secretários estaduais de Saúde se posicionarem contra o uso do medicamento.

Os comprimidos precisam ser fracionados em cartelas menores, de acordo com as regulamentações para uso no Brasil.

Bolsonaro também afirmou na transmissão ao vivo que se recuperou da Covid-19 graças ao uso da hidroxicloroquina , assim como muitos de seus ministros, segundo ele.

O presidente ainda voltou a criticar o ex-ministro da Saúde Luiz Henrique Mandetta por ter se posicionado contra a prescrição ampliada da hidroxicloroquina. Mandetta, que foi demitido em abril, só concordava com o uso da droga para casos graves.

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“Ele (Mandetta) foi radicalmente contra” disse Bolsonaro, ao acrescentar que a mudança da orientação do ministério foi uma sugestão, não uma imposição dele.

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Chove no Rio há quase 24 horas; cidade está em estágio de atenção

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Agência Brasil

Chuvas Rio
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Cidade entrou em estado de atenção às 8h15.

Chove no Rio há quase 24 horas e a cidade se transformou em vários bolsões d’água em bairros das zonas norte, sul e oeste. Devido ao volume de chuva, a cidade entrou em estágio de atenção às 8h15. De acordo com o Sistema Alerta Rio da prefeitura, “em alguns bairros choveu em um dia o esperado para o mês inteiro”.

Em áreas de risco, devido a grande quantidade de chuva, a Defesa Civil municipal acionou 28 sirenes de alerta em 13 comunidades com alto risco de deslizamento, entre elas, a Rocinha, na zona sul, além do Salgueiro, Sumaré e Borel, na área do Maciço da Tijuca, que acumulou o maior volume de chuva.

O estágio de atenção é o terceiro nível em uma escala de cinco, e significa que uma ou mais ocorrências impactam a cidade e afetam a rotina de parte dos moradores.

Os registros nas estações pluviométricas do Alto da Boa Vista e da Grota Funda apontam que choveu em apenas um dia mais do que o esperado para todo o mês. A média histórica para a estação do Alto da Boa Vista é de 148,4 milímetros (mm), e nas últimas 24 horas, o acúmulo chegou a 248,4 mm. Na Grota Funda, que tem média histórica de 107,3 mm, choveu nas últimas 24 horas 181,8 mm.

O Alto da Boa Vista foi interditado ao trânsito. Às 14h foi atingido um dos parâmetros de fechamento da via, definidos pelo Instituto de Geotécnica do Rio (GeoRio), de 250 mm de chuva em 24 horas. BRTO serviço expresso de ônibus do sistema de transporte rápido foi normalizado por volta das 15h. Devido ao alagamento das pistas, o trecho entre as estações Santa Veridiana e o bairro de Santa Cruz, no corredor Transoeste, ficou fechado por cerca de 3 horas. Já os intervalos dos ônibus expressos que ligam Santa Cruz ao terminal Alvorada, na Barra da Tijuca, ainda estão em processo de normalização, trafegando com atraso.

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AtendimentosA Defesa Civil municipal recebeu 56 chamados pelo canal 199, desde as 21h de ontem (21). Foram 20 ocorrências por ameaça ou desabamento de estrutura; 18 para imóveis com rachadura e infiltração; 13 por ameaça ou deslizamento de encosta; duas por queda de muro ou revestimento externo; uma por ameaça de rolamento de pedra; e outras duas de caráter preventivo.

De acordo com o órgão, os bairros mais atendidos são Tijuca, Itanhangá, Alto da Boa Vista, Campo Grande, Bangu, Guaratiba, Freguesia, Bonsucesso, Vargem Grande e Paciência. Além das vistorias, técnicos do órgão estão de prontidão no Centro de Operações Rio (COR) para atender os casos de emergência.

Os principais pontos de alagamento na zona oeste são as comunidades de Rio das Pedras e Muzema, com alagamento de casas e comércio. Há também o alagamento do Jardim Maravilha, em Guaratiba, e o transbordamento do Canal do Rio Morto, na Estrada Vereador Alceu de Carvalho, que liga o Recreio dos Bandeirantes ao bairro da Vargem Grande.

Ressaca do mar

De acordo com o Centro de Hidrografia da Marinha, o mar está de ressaca, com ondas que podem atingir a orla com até três metros de altura. O serviço indica também a presença de rajadas de vento forte.

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Monitoramento

O Centro de Operações da prefeitura do Rio monitora os dados sobre a chuva. Segundo o Sistema Alerta Rio, um núcleo de chuva permanece estacionário no Maciço da Tijuca, mas começou a perder intensidade gradualmente, no início da tarde.

Limpeza

A Companhia de Limpeza Urbana (Comlurb) está com equipes em prontidão desde a noite de segunda-feira (21), atuando em ocorrências de bolsões de água e queda de árvores. O contingente é de 1.038 garis. As equipes foram acionadas para resolver 25 bolsões d’água, em diferentes pontos da cidade. Até o início da tarde, um já tinha sido concluído, 22 estavam em andamento e dois ainda dependiam do trabalho em equipe com outros órgãos. Houve até então 25 registros de quedas de árvores e grandes galhos, oito deles já com os serviços concluídos.

Trânsito

A Guarda Municipal do Rio atua com 144 agentes do Grupamento Especial de Trânsito, com apoio de 28 viaturas, na fiscalização do trânsito, em todas as regiões da cidade, para orientar motoristas e pedestres sobre a ocorrência de bolsões de água, quedas de árvore e de poste, alagamentos e semáforos apagados. Em ações de apoio à Defesa Civil, COR e demais órgãos, equipes da GM trabalham nos pontos mais atingidos, como Jardim Botânico, Catete, Glória, Botafogo e Avenida Niemeyer, na Zona Sul; Itanhangá, Barra da Tijuca e Avenida Burle Marx, em Guaratiba, na Zona Oeste. As demais unidades operacionais da Guarda Municipal também prestam apoio à população dentro de suas áreas de patrulhamento.

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