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Bolsonaro se compromete em eliminar desmatamento ilegal até 2030

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 Bolsonaro se compromete em eliminar desmatamento ilegal até 2030
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Bolsonaro se compromete em eliminar desmatamento ilegal até 2030

O Presidente da República Jair Bolsonaro (sem partido) discursou na Cúpula do Clima na manhã desta terça-feira (22) e pontuou que a eliminação do desmatamento ilegal e a redução da emissão de carbono na atmosfera serão as principais metas ambientais do país para os próximos anos.

Objetivos estabelecidos

Bolsonaro aproveitou a fala para reiterar o compromisso do Brasil com suas políticas ambientais. De acordo com o presidente, o país irá zerar o desmatamento ilegal até 2030 e, com isso, será possível reduzir em 50% as emissões de gases poluentes para a atmosfera.

Pressionado, Jair buscou uma aprximação com o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden.

“Coincidimos, senhor presidente [Joe Biden], com o seu chamado ao estabelecimento de compromissos ambiciosos. Nesse sentido, determinei que nossa neutralidade climática seja alcançada até 2050, antecipando em 10 anos a sinalização anterior.”

Ressalvas realizadas

O presidente da República utilizou o alcance para afirmar que o Brasil está na “vanguarda do combate ao aquecimento global” e que hoje representa um quantitativo baixo na emissão mundial de gases de efeito estufa.

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Segundo Bolsonaro, é preciso buscar o desenvolvimento sustentável através da “bioeconomia” contemplando interesses de indígenas e comunidades tradicionais, uma vez que a região amazônica é líder em riquezas ambientais e possui um dos piores índices de desenvolvimento humano.

*Matéria em atualização

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Fachin: ‘Diluir o processo eleitoral está criando um novo tipo de desertor’

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Ministro do STF Edson Fachin
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Ministro do STF Edson Fachin

BRASÍLIA — O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal (STF), manifestou preocupação com movimentos que buscam deslegitimar o processo eleitoral brasileiro. As declarações do ministro foram feitas em um evento organizado pela Associação dos Juízes Federais (Ajufe), na noite desta quinta-feira.

— Eleições periódicas não constituem por si só o remédio para a bula democrática, mas são imprescindíveis. E, portanto, diluir o processo eleitoral, diluir o sistema eleitoral está criando um novo tipo de desertor no Brasil, que são os desertores da democracia —, disse Fachin, ao se referir a”recursos discursivos e práticas autoritárias no Brasil do presente”, mas sem citar nomes.

Para o ministro, esse tipo de desertor se acha “acima da Constituição” e “contra Constituição e atuam fora da Constituição. Essa deserção precisa ser apontada e deve merecer a reação de todas as instituições, quer seja dentro do Estado quer estejam na sociedade civil”.

— Eu estou entre aqueles que manifestam uma grande preocupação por aquilo que se avizinha no horizonte. Não é hora de silenciar. Calar agora é cumplicidade. E como magistrado não vou cruzar os braços diante da violência contra a Constituição —, destacou Fachin, que presidirá o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) a partir de fevereiro de 2022.

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Nesta quinta-feira, em sua live semanal, o presidente Jair Bolsonaro voltou a afirmar que, sem a adoção do voto impresso nas eleições do ano que vem, o Brasil poderá ter “um problema seríssimo”, uma “convulsão”.

Bolsonaro, que defende o “voto auditável impresso”, também disse mais uma vez, sem provas, que houve fraude nas eleições de 2014, vencida por Dilma Rousseff (PT) sobre Aécio Neves (PSDB), e de 2018, quando o próprio Bolsonaro derrotou Fernando Haddad (PT) no segundo turno.

— Mais que desconfio, eu tenho convicção [de] que realmente tem fraude. As informações que nós tivemos aqui é que, em 2014, o Aécio ganhou as eleições, em 2018, eu ganhei em primeiro turno —, declarou.

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