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Caixa-preta de avião que caiu em Piracicaba é encontrada; vítimas são veladas

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Acidente de avião com empresário da Cosan
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Acidente de avião com empresário da Cosan

A caixa-preta da aeronave King Air B200, de prefixo PS-CSM, que caiu na manhã dessa terça-feira (14), em Piracicaba, no interior de São Paulo , foi encontrada entre os destroços recolhidos do local do acidente.

A queda do avião vitimou a família do empresário Celso Silveira Mello Filho, acionista da Cosan. Além de Mello, estavam no avião a mulher dele, Maria Luiza Meneghel, os três filhos do casal, o piloto e o copiloto. Nenhum dos ocupantes da aeronave sobreviveu.

As causas do acidente ainda são apuradas.  Marcelo Kraide Soffner, diretor do Aeroporto Pedro Morganti, em Piracicaba, acredita “que foi algum problema no motor” que ocasionou a queda .

Os investigadores do Cenipa (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) estiveram no local da queda para tirar fotos e retirar partes da aeronave para análise. Depois, eles devem ouvir testemunhas e reunir documentos sobre o avião. O Cenipa afirmou que “não existe um tempo previsto para essa atividade ocorrer, dependendo sempre da complexidade da ocorrência”, em nota.

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Além disso, foram requisitadas perícias ao Instituto de Criminalística (IC) e Instituto Médico Legal (IML). A Polícia Civil vai investigar o caso pelo 4º Distrito Policial, informou a Secretaria Pública de Segurança.

Ontem, a  TAM aviação executiva confirmou que a aeronave passou por vistoria em sua oficina de Jundiaí nessa segunda-feira (13) , um dia antes do acidente, e negou que o avião tenha apresentado problema na hélice.

Velório das vítimas

Na manhã de hoje também foi realizado o velório da família. O sepultamento deve ocorrer no período da tarde, no Cemitério da Saudade, segundo a Prefeitura de Piracicaba.

— Com informações do UOL

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Líder dos caminhoneiros dispara contra governo Bolsonaro: ‘São negacionistas’

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Wallace Landim é um dos principais entusiastas da paralisação prevista para o dia 1º de novembro
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Wallace Landim é um dos principais entusiastas da paralisação prevista para o dia 1º de novembro

Uma das principais lideranças da greve dos caminhoneiros em 2018, Wallace Landim, conhecido como “Chorão”, afirma que a atual situação está pior do que no governo Michel Temer, e acusa o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) de não se importar com as reivindicações propostas pela categoria.

Landim, que é o presidente da Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava), diz que um dos objetivos da greve prevista para o dia 1º de novembro é a luta contra o aumento no valor dos combustíveis nas refinarias e o “negacionismo” do governo.

“Fazemos reivindicações da categoria há três anos, e o governo não fez nada. A categoria está no limite”, disse Chorão, em entrevista ao site ‘Metrópoles’, neste domingo (17).

“[Vamos] lutar pela nossa sobrevivência, porque temos a informação de que a gasolina ia subir mais 8% até dezembro. Eles [o governo] não estão preocupados com o trabalhador, são negacionistas”, completou.

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Na quarta-feira (13), a Câmara dos Deputados aprovou o projeto que muda o cálculo da tributação a fim de se alcançar uma redução nos preços dos combustíveis.

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A proposta, que agora corre no Senado, prevê que o tributo seja aplicado em cada estado sobre o valor médio dos últimos dois anos para baratear o preço da gasolina.


Atualmente, esse imposto aplicado nos combustíveis tem como referência o preço médio da gasolina, do diesel e do etanol nos 15 dias anteriores em cada estado. Isso significa que, a cada 15 dias, o preço é revisto de acordo com pesquisa de preços nos postos. Sobre esse valor, são aplicadas as taxas de cada combustível. Segundo Chorão, no entanto, a resolução é ineficiente.

“A proposta que está sendo feita pelo governo é nada mais do que transferência de responsabilidade para os governadores. Não vai adiantar a longo prazo”, contou.

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