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Calor de 41,5ºC mata mais de 6 mil frangos em São Paulo

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Frango
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Caso aconteceu na cidade de Adamantina, no interior do estado.

O dono de uma granja na cidade de Adamantina, no interior de São Paulo, teve um grande prejuízo: aproximadamente 6 mil frangos morreram por conta de um forte calor de 41,5ºC que atingiu a cidade. Uma queda de energia que durou 4 horas fez com que o sistema de ventilação fosse desligado.

Em entrevista ao UOL , o dono da granja, Eriston Bellusci, disse que o gerador foi acionado, mas que ele não conseguiu sustentar 14 ventiladores e bombas de água. Ele contou ainda que tentaram abrir os toldos do terreno de 800 m². Entretanto, depois de três horas sem ventilação, os frangos começaram a morrer.

Os frangos são criados em um sistema de integração com um frigorífico e seriam levados para o abate nesta sexta-feira (2). Além dos frangos, aproximadamente 500 litros de leite que estavam em resfriadores foram descartados.

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Até o momento, o prejuízo não foi calculado. Entretanto, o dono da granja estima que perdeu cerca de R$ 60 mil. Ele disse que não cogita entrar na Justiça contra a Energisa, empresa que é responsável pelo fornecimento de energia elétrica.

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Pastora viraliza ao mandar “meter mão na cara e pisar no pescoço de filho”; veja

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Pastora Adriele da Silva Ota
Reprodução / YouTube

Pastora Adriele da Silva Ota incentivou mães a “meter a mão na cara e pisar no pescoço de filho”

Um vídeo que está viralizando na internet mostra uma pastora evangélica incentivando as mães a “meter a mão na cara e pisar no pescoço” dos filhos que enfrentarem os pais.

As imagens foram registradas durante o culto da pastora Adriele da Silva Ota, da Assembleia de Deus em São Paulo. O encontro evangélico aconteceu no último mês e foi destaque nas redes sociais neste fim de semana.

A religiosa é mãe de três filhos e um deles é pastor-mirim . O marido dela também atua como pregador .

Há nove anos como pastora na comunidade do Tijuco Preto, localizada no Itaim Paulista, na zona leste da capital, Adriele negou que incitou violência ao UOL.

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“Eu falo de um jeito que é para a população entender. Jamais diria para um pai ou mãe bater no próprio filho, mesmo que ele tenha feito isso com eles. A frase é uma metáfora para dizer ‘olha, você precisa mostrar quem é que manda em casa, não pode deixar seu filho fazer o que quiser, tem que mostrar qual é a regra'”, disse a pastora.

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