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Candidato de Flávio para comandar MP ofende ministros e mulheres: ‘vagabunda’

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procurador Marcelo Rocha Monteiro
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Candidato de Flávio Bolsonaro para comandar MP-RJ ofende ministros do STF e mulheres nas redes sociais: ‘vagabunda’

O procurador Marcelo Rocha Monteiro, candidato de Flávio Bolsonaro para chefiar o MP do Rio de Janeiro, ofendeu ministros do STF e mulheres em redes sociais. Em 8 de junho, Monteiro publicou emoticons de fezes ao compartilhar a notícia “Gilmar Mendes concorda com Celso de Mello ao comparar Brasil à Alemanha Nazista”.

“Fezes mais fezes = 2 fezes”, postou o procurador, comentando o texto. Duas semanas depois, mirou em Cármen Lúcia. Após citar a matéria “Acho difícil superar a pandemia com esse governo, diz Cármen Lúcia”, escreveu Monteiro:

“Mais uma comentarista política no que deveria ser uma corte de justiça. Acho difícil superar a mediocridade jurídica com esse tipo de magistrado”. No dia 26 de junho, o alvo foi Edson Fachin.

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“Esdrúxula decisão do ministro Fachin de proibir operações policiais no Rio de Janeiro durante a pandemia”, publicou o procurador. Em 19 de agosto, Monteiro tornaria a mirar em Fachin.

“A origem desse autoritarismo está exatamente no tribunal do qual o senhor Fachin é ministro. A quem esse cidadão pensa que engana?”, escreveu, comentando a matéria “Fachin diz que país vive escalada de autoritarismo”.

Gilmar Mendes também foi acusado pelo procurador de agir com “leviandade”. “Gilmar Mendes, com suprema leviandade, acusou as Forças Armadas de genocídio”, publicou em 13 de julho.

No mês seguinte, atacou o STF como um todo: “O Supremo acaba de abrir as portas para devolver às ruas homicidas, estupradores, assaltantes, traficantes…”, sobre a matéria “STF determina fim da superlotação em unidades socioeducativas de todo o país”.

Em 25 de agosto, debochou de Cármen Lúcia, após a ministra dar 40 horas para que o Banco Central explicasse a nota de R$ 200. “Explicando para a brilhante ministra: Nota de 200 corresponde a duas de 100, Excelência. Entendeu?”.

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Três dias depois, insinuou que Luís Roberto Barroso era um “clown”, palhaço em inglês. “A clown”, postou, ao lado de um emoticon de palhaço, ao compartilhar o vídeo “Barroso is a Clown”, de Rodrigo Constantino.

Horas depois, ainda sobre Barroso, escreveu: “Palhaço, leviano, mentiroso”. A notícia compartilhada afirmava: “Barroso diz que Bolsonaro defende a ditadura”.

Em 2018, após o atentado a Jair Bolsonaro, o procurador ofendeu mulheres em suas redes sociais. “Cretina”, escreveu sobre uma mulher que repudiava o atentado e dizia que Lula, na visão dela, não alimentou ódio violento, ao contrário de Bolsonaro.

Em outra publicação, seguiu: “Mais uma vagabunda”, respondendo a uma mulher que disse que Bolsonaro plantou ódio.

Em tempo: se Marcelo Rocha Monteiro for o próximo procurador-geral de Justiça do Rio de Janeiro, como quer Flávio Bolsonaro, será o responsável por conduzir o processo contra o senador, acusado pelo MP de liderar uma organização criminosa que pegava dinheiro dos servidores de seu gabinete para repassar a ele.

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Mortes violentas no estado do Rio de Janeiro caem 18% em 2020

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Agência Brasil

Mortes violentas sofrem queda no RJ
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Mortes violentas sofrem queda no RJ

O estado do Rio de Janeiro registrou no ano passado 4.892 casos de letalidade violenta, ou seja, homicídios, latrocínios (roubo seguido de morte), lesões corporais seguidas de morte e mortes provocadas por policiais. O número é 18% inferior ao observado em 2019, segundo dados compilados pelo Instituto de Segurança Pública (ISP), vinculado ao governo fluminense.

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Os roubos também tiveram queda. Os roubos de cargas caíram 33% de 2019 para 2020, quando foram registrados 4.986 casos. Os roubos de rua recuaram 40% e os roubos de veículos, 36% de um ano para outro.Segundo o ISP, o ano de 2020 também foi o ano com o menor número de mortes de policiais em serviço e em folga desde 1998.

No total, foram 17 policiais civis e militares mortos em serviço e 42 em folga.Ainda de acordo com o ISP, a covid-19, que provocou medidas de isolamento social por vários meses, pode ter tido impacto em alguns tipos de crime, como o estelionato, que cresceu 18% em 2020. O maior aumento ocorreu com golpes pela internet (198%).

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