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Caso da mulher que levou idoso morto a agência: Banco do Brasil se manifesta

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A mulher foi ouvida pelo delegado Cícero Simão da Costa%2C do 1º Distrito Policial de Campinas.
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A mulher foi ouvida pelo delegado Cícero Simão da Costa, do 1º Distrito Policial de Campinas.

O Banco do Brasil se pronunciou, através de nota, sobre a mulher que levou um idoso morto a uma agência em Campinas (SP) . “O Banco cumpriu, nesse caso, todos os protocolos previstos no contrato de prestação de serviço com a fonte pagadora, o que inclui a exigência de procuração ou a presença do beneficiário na agência”, diz a nota.

O episódio aconteceu no dia 2 de outubro. De acordo com o Boletim de Ocorrência, a mulher alegou que havia perdido a senha de letras da conta do companheiro, Laércio Della Colleta. E que havia sido informada pelo banco que seria necessário ir até a agência para realizar a prova de vida como medida de segurança.

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A mulher, então, levou o idoso morto em uma cadeira de rodas e, para apressar o atendimento na agência bancária, disse que ele estava passando mal.

Os bombeiros foram acionados para ajudá-lo e constataram que o óbito do homem já havia ocorrido há algum tempo. Posteriormente, o laudo médico apontou que Laércio estava morto havia 12 horas.

“Ela alega que era companheira dele há alguns anos, mas não tinha procuração para movimentar ou mexer na conta. Com o laudo, vamos instaurar inquérito por estelionato “, disse José Henrique Ventura, diretor do Departamento de Polícia Judiciária de São Paulo Interior (Deinter 2).

Confira a nota do Banco do Brasil na íntegra: 

“O Banco do Brasil atua para mitigar o risco de fraudes nos pagamentos de benefícios previdenciários com medidas como a identificação do cliente por meio de senhas, cartão e biometria. O BB esclarece ainda que a ocorrência registrada em uma de suas agências em Campinas, São Paulo, não tinha relação com prova de vida do INSS. O Banco cumpriu, nesse caso, todos os protocolos previstos no contrato de prestação de serviço com a fonte pagadora, o que inclui a exigência de procuração ou a presença do beneficiário na agência”.

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Avô é preso em Minas Gerais depois de abusar de neta por oito anos

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O Dia

Abusos aconteciam desde que garota tinha 5 anos de idade.

Um homem de 65 anos foi preso acusado de abusar sexualmente da própria neta. Atualmente, a vítima tem 13 anos e, segundo a família, os abusos aconteciam há oito anos, quando ela tinha apenas cinco anos de idade. A prisão aconteceu na cidade de Betim, em Minas Gerais.

A prisão aconteceu depois que a família denunciou o caso após a menina detalhar o que fazia quando ficava com o avô. De acordo com as denúncias, os abusos começaram como carícias, avançando para relações sexuais com o tempo.

A família contou que o avô era muito próximo da garota e que dava presentes, dinheiro e a levava para passear sem outros parentes. Com isso, ele ficava sozinho com a vítima e cometia os abusos.

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O homem é um empresário conhecido na cidade. A Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher de Betim está investigando o caso. Os investigadores estão tentando descobrir se o homem também abusou de outras netas nos últimos anos.

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