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Caso Henry: ex de Jairinho diz que alertou Monique das agressões do vereador

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Débora Saraiva diz que ela e o filho foram agredidos por Jairinho
Reprodução/TV Record

Débora Saraiva diz que ela e o filho foram agredidos por Jairinho










A assistente social Débora Saraiva , ex-namorada do vereador e padrasto do menino Henry Borel, Dr. Jairinho (sem partido) , disse que ela e o filho também foram agredidos pelo parlamentar enquanto estavam em um relacionamento, que durou seis anos. Além disso, ela afirmou ter avisado a professora e mãe do menino, Monique Medeiros , sobre as agressões. As informações são da TV Record .

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Débora contou que terminou o relacionamento com Jairinho em outubro de 2020, quando soube que ele também estava namorando Monique. Assim que tomou a decisão, a mulher disse ter entrado em contato com a mãe de Henry para contar sobre as agressões, que teria ficado “meio chocada” com o relato, mas, mesmo assim, não terminou o relacionamento com o vereador.

Além disso, Débora disse que Monique ficou “apavorada” ao saber que Jairinho já tinha uma namorada, e dizia ser “impossível”, já que estava separado da mãe dos dois filhos dele, a dentista Ana Carolina Netto. “Eu expliquei que eu tinha um relacionamento com ele há 6 anos, que naquele momento eu estava com ele porque ele me pediu muito para voltar. Ela disse ‘impossível porque ele está separado. Ele até falou que tem uma pessoa aí que enche o saco dele, mas não falou nada de você’. Aí eu expliquei, mostrei conversa para ela, ela ficou ‘meu Deus, eu estou apavorada’, ele está aqui me ligando”, relatou a ex-namorada.

A assistente social afirmou que falou com Monique mais algumas vezes, mas quando soube que eles tinham voltado a se relacionar, “excluiu [ela] de Instagram e tudo para [eles] não ficarem acompanhando a minha vida e deixei eles viverem”.

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Relato da ex-namorada

De acordo com Débora, ela foi agredida pela primeira vez ao descobrir que Jairinho estava tentando voltar com a ex-mulher, ao mexer no celular dele. Quando acordou o vereador para questionar as mensagens, ele viu que ela mexeu no telefone e  ameaçou “sumir” com ela, que ia dizer que eles haviam brigado e a assistente social saiu de casa “sem rumo”. “Em seguida ele veio no meu pescoço, me jogou no sofá, eu fiquei sentada, ele em cima de mim, apertando o meu pescoço por um bom tempo. Eu falava ‘você vai me matar, não estou conseguindo respirar’. Do nada ele mudou a cara, olhou para a mim e disse ‘vamos dormir'”.

Entre as agressões, o parlamentar já teria quebrado o dedo do pé dela, dado um mata leão em Débora e empurrões. “Ele foi me arrastando, quando ele me levantou, ele me deu três mordidas na cabeça, muito forte. Fiquei dolorida. No outro dia ele agiu como se nada tivesse acontecido”, explicou.

Em outra ocasião, Débora disse que ligaria para a mãe dos filhos dele para dizer que ele continuava a procurando, e o vereador teria chegado bem perto do rosto dela e dito “faz isso que eu te machuco onde mais te machuca”. Segundo Débora, isso foi um aviso que ele machucaria os filhos dela, Enzo e Clara.

Além disso, Débora também disse que acredita que ela e a filha foram dopadas algumas vezes por Jairinho para esconder as agressões contra o filho dela. “Eu não tomo remédio para dormir, não tomo nada e eu fiquei uma semana sem me lembrar de algumas coisas, falando bobeira e pela forma como minha mãe me achou e eu parecia estar desmaiada.”

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Em outra ocasião em que Enzo estava sozinho com o padrasto, a mãe foi informada pelo médico que o filho teria quebrado o fêmur ao descer do carro. A criança ficou dois meses com o gesso, mas ela diz não ter desconfiado de Jairinho na época. O menino, de acordo com ela, não fazia nenhuma questão de ficar perto ou sair com o vereador.

Intimidação

Após a morte de Henry , Débora contou que recebeu uma ligação de Jairinho e se sentiu intimidada quando disse que revelaria que já sofreu agressões dele. O vereador tentou ligar outras vezes e, como a mulher não atendeu, ele chegou a invadir a casa dela e tentar entrar no apartamento de uma amiga quando soube que Débora estava no local.

A assistente social afirmou que não havia contado sobre as agressões no primeiro depoimento à polícia porque “tem medo” dele, já que ele e a família são “poderosos”. No entanto, agora está disposta a dizer a verdade. Débora deve conceder um novo depoimento nesta sexta-feira (16) na 16ª DP, no Rio de Janeiro.

Considerando o que já aconteceu com ela e com os filhos, Débora disse acreditar que Jairinho seria capaz de matar Henry e contou que só ficou com ele todo esse tempo para proteger as crianças, pois tinha medo. “Ele vai para cima e não mede o que está fazendo, quem ele está machucando, aonde ele pode chegar e do nada parece que dá um estalo e ele para. Ele não quer saber se está machucando. Comigo foi assim.”

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Ministro de Bolsonaro critica artistas e políticos que lamentam 500 mil mortes

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Ministro das Comunicações, Fabio Faria, faz críticas a artistas e políticos que lamentam 500 mil mortos no Brasil hoje
Reprodução: iG Minas Gerais

Ministro das Comunicações, Fabio Faria, faz críticas a artistas e políticos que lamentam 500 mil mortos no Brasil hoje

No dia em que o Brasil ultrapassou meio milhão de mortes decorrentes da Covid-19 , o ministro das Comunicações, Fabio Faria , criticou aqueles que lamentam a perda de 500 mil vidas . Segundo Faria, políticos, artistas e jornalistas que se manifestam nesse sentido “torcem pelo vírus” .

“Em breve vcs verão políticos, artistas e jornalistas ‘lamentando’ o número de 500 mil mortos. Nunca os verão comemorar os [sic] 86 milhões de doses aplicadas ou os 18 milhões de curados, porque o tom é sempre o do ‘quanto pior, melhor’. Infelizmente, eles torcem pelo vírus”, escreveu Faria em suas redes sociais, na tarde deste sábado.

No momento, cerca de 11,5% dos brasileiros receberam duas doses da vacina. Levando em conta o baixo isolamento social atual, o índice vacinação mínimo para frear a pandemia é acima de 40%, diz o grupo Ação Covid-19, que envolve diversos especialistas em modelagem matemática. Se o isolamento cair a zero, o grupo afirma que seria preciso 70% da população imunizada (ou sobrevivente de infecção prévia) para conter o coronavírus.

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