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Caso Isabele: MP e polícia pedem internação de adolescente que atirou na amiga

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Isabele foi atingida por tiro dado pela amiga.
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Isabele foi atingida por tiro dado pela amiga.

O Ministério Público Estadual do Mato Grosso (MPE-MT) e a Delegacia Especializada do Adolescente (DEA) pediram à Justiça que a  jovem que atirou em Isabele Guimarães Ramos seja internada .

Cabe à Justiça aceitar ou não o pedido do MP. Isabele Ramos , de 14 anos, morreu ao ser atingida por um tiro na cabeça. O crime ocorreu no dia 12 de julho em um condomínio de luxo em Cuiabá. 

A adolescente responsável pelo disparo alega que o tiro foi acidental. O delegado Wagner Bassi, no entanto, afirma que o depoimento dado pela menina é incompatível com o que ocorreu no dia do crime. Além disso, ele destaca que a suspeita tem conhecimentos sobre armas e é “treinada e capacitada”.

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No dia 2 de setembro, o inquérito foi concluído e apontou que a jovem deverá responder por homicídio doloso  — quando há intenção de matar —, imprudência e imperícia. O namorado da suspeita, o pai e o sogro também foram indiciados.

O Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) prevê a internação para menores que cometem atos infracionais análogos a crimes hediondos .

Em entrevista ao Fantástico no dia 6 de setembro, a mãe de Isabele afirmou querer que a responsável pelo crime seja “presa e internada”. Ela disse, ainda, que a conclusão das investigações não a conforta.

“Veja bem, minha filha não está aqui mais para poder falar, e posso falar por ela. Ela teve os sonhos interrompidos naquele dia, quando recebeu um tiro na cabeça”, declarou Patrícia Hellen Guimarães Ramos.

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Dirigir alcoolizado aumenta mais de três vezes a chance de morte

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Agência Brasil

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Arquivo/Agência Brasil

O número de óbitos ocorreu em 10% dos 5.150 acidentes registrados em que há, pelo menos, um motorista suspeito de dirigir bêbado


O número de mortes causadas por acidentes de trânsito em que há suspeita de embriaguez chegou a 551 no estado de São Paulo, no período de janeiro de 2019 a julho de 2020. O número de óbitos ocorreu em 10% dos 5.150 acidentes registrados em que há, pelo menos, um motorista suspeito de dirigir bêbado.


A taxa geral de mortalidade em acidentes de trânsito no estado é de 3%, ou seja, dirigir sob efeito de álcool aumenta em mais de três vezes a chance de morte. Os dados, divulgados hoje (24), são do programa Respeito à Vida, da Secretaria de Governo do Estado de São Paulo.

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O levantamento abrange os acidentes de trânsito registrados pela Polícia Militar com infrações aos artigos 306 e 307 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB), que referem-se a dirigir sob a influência de álcool e recusar-se a fazer o teste do bafômetro.

“A embriaguez no volante é um problema sério, que triplica os riscos e coloca muitas vidas em jogo . Ampliaremos nossos esforços no sentido de levar ainda mais informação e conscientização para a população. Só a mudança efetiva de comportamento pode mudar esse cenário”, afirma o diretor-presidente do Detran de São Paulo, Ernesto Mascellani Neto. 

O levantamento mostra ainda que, de janeiro de 2019 a julho de 2020, houve mais registros de mortes causadas por acidentes de trânsito nas vias municipais (275) do que nas rodovias (267). A maioria das vítimas fatais são os jovens de 18 a 24 anos (55%), seguidos pelo público entre 50 e 59 anos (19%).

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