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Colapso em Manaus: Ministério da Saúde soube da carência de respiradores

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Ministério da Saúde soube do possível colapso em Manaus um mês antes da crise hospitalar
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Ministério da Saúde soube do possível colapso em Manaus um mês antes da crise hospitalar

Informações obtidas através de documentos pela CPI da Covid , mostram que o Ministério da Saúde – comandada pelo ex-ministro Eduardo Pazuello – foi avisado quase um mês antes do colapso em Manaus, sobre a escassez de respiradores no Amazonas e sua crescente demanada por ventiladores pulmonares. As informações são do portal Uol.

Senadores membros da comissão parlamentar de inquérito indicam que há evidências de que o governo Bolsonaro ignorou constantes alertas. Parlamentares também defendem a tese de que o governo demorou para ‘entrar em ação’ e auxiliar o governo federal a enfrentar a grave crise hospitalar.

Segundo documentos do próprio Ministério da Saúde, em apenas 16 dias – entre 18 de dezembro de 2020 e 02 de janeiro de 2021 – o estado do Amazonas solicitou 218 respiradores. Foram 140 na primeira data e 78 na última. Não há informações de respostas enviadas para as solicitações.


Membros da CPI avaliam que, de acordo com as informações recebidas, é possivel concluir que Manaus – já naquela época – era uma ‘bomba-relógio’.

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Testemunha disse à polícia ter visto Ronnie Lessa matar rival do ex-vereador

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Ronnie Lessa


Uma testemunha ouvida pela Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) afirmou ter visto o policial reformado Ronnie Lessa atirando no ex-policial André Henrique da Silva Souza, o André Zóio. Segundo essa testemunha, cujo nome está sendo mantido em sigilo pela polícia por razões de segurança, o carro das vítimas chegou a dar marcha-ré, mas um Fiat Doblô branco, usado pelos autores do crime, interrompeu a passagem do veículo de Zóio.

Nesse momento, diz a testemunha, ela viu Lessa “caminhando com uma arma de fogo na mão”, um fuzil, e disparando contra os ocupantes. A testemunha já conhecia o sargento reformado da PM, que seria temido na Gardênia Azul. Nesta sexta-feira, o ex-vereador Cristiano Girão foi preso em São Paulo numa operação da DHC. Lessa, detido pela morte da vereadora Marielle Franco e do motorista Anderson Gomes, também foi alvo da ação.

Segundo as investigações da polícia, Girão teria contratado Lessa para executar Zóio e sua companheira, Juliana Sales de Oliveira, de 27 anos, em 14 de junho de 2014, devido a uma disputa pelo controle da Gardênia.

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O vínculo é considerado pela polícia e pelo Ministério Público do Rio de Janeiiro como um passo decisivo na elucidação do Caso Marielle. O ex-vereador foi denunciado pelo MP no último dia 9. Outros mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos por agentes da DHC no Rio e em São Paulo. Pouco depois das 10h, Girão foi levado ao Instituto Médico Legal (IML) para fazer exame de corpo de delito. O ex-vereador deve ser transferido ainda nesta sexta-feira para o Rio de Janeiro.

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Girão foi preso numa rua da capital paulista, após um trabalho de monitoramento e vigilância. As investigações mostraram que, nos últimos dias, ele não estava dormindo em casa, mas sim em uma loja, de onde saía diariamente antes das 6h, o horário regular para início de operações policiais. O ex-vereador foi surpreendido quando dirigia seu carro, após ter saído, ainda na madrugada, da loja. Segundo as investigações, ele passou a adotar tal rotina depois da veiculação de notícia que apontava que havia um pedido de prisão contra ele.

“Causa estranheza uma prisão ser decretada por fato ocorrido há 7 anos, mas preciso ter acesso aos autos para me manifestar sobre o mérito da acusação”, afirmou Zoser Hardman, advogado do ex-vereador, completando que vai pedir habeas corpus./

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