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Combate ao fogo na Amazônia e Pantanal teve atraso de quatro meses

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Mayke Toscano/Secom-MT

Houve atraso de quatro meses nas operações de combate ao fogo

Este ano foi o que teve maior registro de  queimadas da última década da Amazônia e da história do Pantanal. Porém, os brigadistas do Ibama responsáveis por conter o fogo chegaram com quatro meses de atraso.

Relatórios internos do Ministério do Meio Ambiente obtidos em reportagem do jornal O Globo mostram que mudanças na lei e uma série de registros burocráticos contribuíram para o atraso dos brigadistas. A demora para o envio do socorro desprotegeu territórios indígenas e também expôs localidades do Cerrado ao fogo.

O Ministério da Economia autorizou a viagem dos brigadistas só em junho, dois meses  depois de o assunto chegar à pasta – 1.481 profissionais foram aprovados a ir para as áreas de queimadas. Mas o Ibama permite, por lei, a contratação de 2.520.

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O órgão queria um reaproveitamento dos brigadistas que combateram as queimadas na Amazônia em 2019, porque os treinamentos previstos para a formação das novas equipes foram suspensos, devido à pandemia.

Mas, em fevereiro, o governo federal editou a medida provisória 922, que descreve as condições sobre o trabalho temporário no serviço público, impedindo a recontratação de pessoas que prestaram serviços, a menos que seja precedida de “processo seletivo simplificado de provas ou de provas e títulos”.

Depois da aprovação da Economia, o Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais do Ibama (Prevfogo) ainda precisou esperar até 10 de agosto para a publicação de uma portaria que autorizou definitivamente a contratação dos brigadistas, dando fim ao trâmite burocrático que, segundo especialistas, deveria ter se encerrado em abril.

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52% dos paulistanos consideram o governo Bolsonaro ruim ou péssimo

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Presidente Jair Bolsonaro (sem partido)
Reprodução SBT

Bolsonaro tem 52% de rejeição em São Paulo (SP)

Segundo pesquisa divulgada pelo Ibope nesta sexta-feira (30), mais da metade dos moradores da capital paulista (52%) consideram a gestão de Jair Bolsonaro (sem partido) ruim ou péssima . A pesquisa foi feita com 1.204 eleitores, entre os dias 28 e 30 de outubro, sob encomenda da TV Globo e do jornal “O Estado de São Paulo” .

A porcentagem dos paulistanos que consideram o governo Bom ou ótimo é 26%, enquanto 22% classificam a administração federal como regular; 1% dos entrevistados não soube responder ou não respondeu.

Doria e Covas

A pesquisa também levantou a porcentagem de rejeição a João Doria (PSDB) e Bruno Covas (PSDB), governado de SP e prefeito da capital paulista, respectivamente.

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A administração de Doria foi considerada ruim ou péssima por 49% dos entrevistados e 17% classificaram como ótima ou boa. A pesquisa mostra ainda que 30% considera o desempenho do governo regular e 3% não sabia ou não responderam.

Bruno Covas candidato à reeleição à Prefeitura de São Paulo, preferencial 35% de avaliação ótima ou boa, e 38% classificaram como regular. Outros 25% disseram ser ruim ou péssima e, e 2% não responderam ou disseram não saber.

O Ibope perguntou ainda se os entrevistados aprovaram ou não a atual gestão de Covas na prefeitura: 48% aprovaram, e 44%, que desaprovam – 8% não responderam ou disseram que não sabem.

A margem de erro da pesquisa é de três pontos percentuais, para mais ou para menos. O nível de confiança utilizado é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% dos resultados retratarem o momento atual eleitoral, considerando uma margem de erro.

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