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Covid-19: Rapaz enterra mãe por falta de coveiro em cemitério na Paraíba

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 Filho enterra própria mãe por falta de coveiro em cemitério na Paraíba
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Filho enterra própria mãe por falta de coveiro em cemitério na Paraíba

O cemitério de municipal de Riacho dos Cavalos, localizado na Paraíba , foi palco de um acontecimento inusitado: um filho enterrou a própria mãe por falta de coveiro no local. A informação é do portal Uol.

Franciberto Vieira Carneiro, agricultor de 47 anos, relatou, na última sexta-feira (11), que precisou enterrar sua própria mãe que foi vítima do novo coronavírus – Elizabete Vieira Carneiro, de 68 anos – pois o coveiro disse que não esperaria o corpo da idosa chegar e foi embora deixando a cova aberta.

“Fui obrigado a me expor, sem equipamento necessário, porque não ia deixar o corpo da minha mãe sem enterro”, explicou Francisberto. “Estou tornando o caso público para que outras famílias não passem pela mesma situação que passamos. Além da dor de perder minha mãe, eu mesmo tive que enterrá-la com ajuda dos funcionários da funerária”, explicou o agricultor.

A família ressaltou que procurará o Ministério Público em Catolé do Rocha para realizar uma denúncia sobre o episódio.


O rapaz explicou que não está com sintomas, mas que está na espera do resultado que sairá nos próximos três dias. “Somos pobres e dependemos de exames, de consultas e outros serviços da prefeitura e, por isso, eu tinha ficado calado até agora. Tenho medo de ficarmos excluídos por represálias, mas, diante desse novo caso, resolvemos contar a todos para que se tome uma providência”, ressaltou o rapaz.

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Ricardo Nunes sanciona projeto que torna igrejas serviços essenciais em SP

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Culto religioso em São Paulo
Patrícia Cruz

Culto religioso em São Paulo

O prefeito de São Paulo , Ricardo Nunes (MDB), sancionou ontem (24) o Projeto de Lei que incluem as atividades religiosas na lista dos serviços essenciais durante a pandemia de covid-19. O PL 410/2020 é de autoria do vereador Rinaldi Digilio (PSL), e já havia sido aprovado em uma primeira votação, realizada em dezembro.

“Ficam reconhecidas como serviços essenciais as atividades realizadas pelas igrejas ou templos de qualquer culto, inclusive em situação de emergência, perigo iminente, de calamidade pública ou decorrente de epidemias, ou pandemias”, diz o texto, publicado no Diário Oficial de hoje (25).

A publicação determina que as instituições devem “observar as determinações sanitárias destinadas à prevenção e mitigação da situação de risco, regulamentadas pelos órgãos competentes nos casos de situação de emergência, calamidade pública ou decorrente de epidemias ou pandemias”.

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As igrejas já são reconhecidas como atividades religiosas em todo o estado. Em março, o governador João Doria (PSDB) também assinou um decreto nos mesmos moldes. O Plano SP, que direciona a flexibilização dos estabelecimentos durante a pandemia, já permite a realização de cultos religiosos seguindo as regras sanitárias de distanciamento cultural e uso de máscaras.

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