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CPI investigará Pazuello, Wajngarten, Ernesto e Mayra Pinheiro, afirma Calheiros

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Senador Renan Calheiros afirma que Pazuello, Araújo, Wajngarten e Mayra Pinheiro serã investigados pela CPI
Agência Brasil

Senador Renan Calheiros afirma que Pazuello, Araújo, Wajngarten e Mayra Pinheiro serã investigados pela CPI

O senador e relator da CPI da Covid , Renan Calheiros (MDB-AL), se reuniu na noite da última segunda-feira (14) com o presidente e o vice-presidente da comissão, Omar Aziz (PSD-AM) e Randolfe Rodrigues (Rede-AP), e confirmou que o número de depoentes que passarão a ser investigados pela CPI poderá chegar a dez. A certeza, por enquanto, dá-se em dois ex-ministros e dois ex-secretários. As informações são do portal G1.

Segundo Calheiros , a CPI aprofundará – por enquanto – as investigações em quatro nomes:

  • Eduardo Pazuello: ex-ministro da Saúde
  • Ernesto Araújo ex-ministro das Relações Exteriores;
  • Fabio Wajngarten: ex-secretário de Comunicação do governo;
  • Mayra Pinheiro: secretária do Ministério da Saúde.

A prática de investigar depoentes na CPI facilita a aquisição de documentos e a realização de buscas e apreensões contra os investigados. “Tratá-los como investigados significa dar o rumo verdadeiro e avançar alguns passos para que a gente possa concretizar o objetivo, que é responsabilizar as pessoas que são responsáveis pelo agravamento do número de mortos [pela Covid]”, ressaltou Calheiros.


Renan reiterou, também, que a alteração na condição dos depoentes para investigados não precisa da votação dos senadores membros da CPI. “Eu vou comunicar ao presidente da CPI que estamos fazendo essa classificação, a partir desse comunicado. E qualquer procedimento, a posteriori, a pessoa será tratada nessa condição”, explicou o parlamentar.

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“Gatinha da Cracolândia” afirma que considerava “normal” vida antes da prisão

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Gatinha da Cracolândia
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Gatinha da Cracolândia

Lorraine Bauer Romeiro, mais conhecida como  “Gatinha da Cracolândia” disse, em entrevista ao jornalista Roberto Cabrini, da TV Record , que considerava “normal” a vida que levava no centro de São Paulo. Ela afirmou não imaginar que poderia ser suspeita em um esquema de tráfico de drogas .

Lorraine, de 19 anos, foi presa em 22 de julho deste ano na cidade Barueri . De acordo com a polícia, mais de 400 porções de crack, cocaína, maconha e ecstasy, além de quase 100 frascos de lança-perfume foram apreendidos na ocasião. Em continuidade às diligências, os policiais foram até um prédio invadido no bairro de Santa Cecília, apontado por ela, e encontraram uma mochila com 85 porções de maconha, 295 de cocaína e oito de crack.

“Assim, para mim, sempre foi normal. Sempre não. Até quando eu conheci, quando eu comecei a conhecer as coisas, ver como que funcionava, para mim tinha se tornado normal, porque para mim eu não estava fazendo nada de errado, para mim nunca ia acarretar em cima de mim”, disse a acusada em entrevista ao jornalista, que será exibida no programa Domingo Espetacular .

De acordo com ela, sua vida na Cracolândia “não é nada” do que foi mostrado pelas investigações, acusando a polícia de distorcer os fatos sobre ela.

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Fotos da investigação mostravam sua rotina em meio à venda de drogas no centro da capital paulista. Antes de ser detida,  Lorraine tinha um perfil nas redes sociais com mais de 30 mil seguidores, mostrando um estilo de vida luxuoso.

“Eu não sou nada do que mostraram. Nada do que falaram que eu sou, absolutamente nada”, afirmou. “Eles (a polícia) foram oportunistas em usar coisas que eu fazia para vincular ao crime”, continuou.

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