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Delegado da Polícia Civil é preso com plantação de maconha gourmet

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Plantação de maconha
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Estufa tinha estrutura feita especialmente para o cultivo do entorpecente

Marcelo Marinho de Noronha , delegado da 1ª classe da Polícia Civil do Distrito Federal, foi preso na sexta-feira (4) em uma plantação de maconha . A investigação de tráfico de drogas é conduzida pela Corregedoria-Geral da corporação.

Noronha foi flagrado com diversas espécies de sementes e mudas, além de plantas já desenvolvidas, em um lote no Distrito Federa l. O espaço contava com estrutura de iluminação e estufa para condicionamento da planta.

Além do delegado, também foram presos a esposa e dois filhos , identificados como Teresa Cristina Cavalcante Lopes, Marcos Rubenich Marinho de Noronha e Ana Flavia Rubenich Marinho de Noronha, respectivamente. A audiência de custódia dos suspeitos deve ocorrer neste sábado (5/12).

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Entre o material apreendido, após autorização judicial, estão vasos plásticos, 24 plantas grandes que eram cultivadas em tambores, 105 mudas de plantas pequenas , que estavam em recipientes pequenos, e aparentavam ser maconha. Além de 14 luminárias com extensão.

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Ação de Defensorias e MPs cobram lista de vacinados contra Covid-19 em Manaus

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Vacinação em Manaus
EUZIVALDO QUEIROZ/PAWE COMUNICA / EUZIVALDO QUEIROZ/PAWE COMUNICA Newsletters

Vacinação em Manaus

As Defensorias Públicas do Estado do Amazonas (DPE-AM) e da União (DPU), em conjunto com os Ministérios Públicos Federal (MPF), Estadual (MPE), de Contas (MPC) e do Trabalho (MPT), entraram com um pedido na Justiça Federal, na quinta-feira (21), para obrigar a prefeitura de Manaus a informar a lista de pessoas que receberam a vacina contra a Covid-19 diariamente.

A campanha de vacinação na capital do Amazonas ainda está suspensa após a suspeita de irregularidades na distribuição e aplicação da vacina, com pessoas fora do grupo prioritário sendo vacinadas.

Segundo a ação protocolada, o governo municipal deve entregar à Justiça Federal o nome das pessoas imunizadas até às 19h de cada dia, além de publicar informações como nome, CPF e local de vacinação no site da prefeitura até às 22h.

Em caso de descumprimento, os órgãos pedem a aplicação de uma multa de R$100 mil por dia em nome do prefeito de Manaus, David Almeida (Avante). A Justiça ainda vai analisar o pedido.

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De acordo com G1, o MPF fez o pedido depois que a prefeitura não entregou as informações na noite de quinta (21). Apesar disso, Almeida afirmou em coletiva que a lista foi entregue atendendo todos os pedidos do órgão.

“Essa informação está com os órgãos de controle, nós entregamos a lista de todas as pessoas vacinadas, com CPF, todas as suas qualificações, qual a unidade de saúde que trabalha, qual sua profissão, qual seu envolvimento com o trabalho de combate à covid-19”, declarou o prefeito.

O governo estadual já havia se posicionado sobre o caso na quarta-feira (20), informando que não se responsabilizaria pelo controle da vacinação . Em nota, o governo do Amazonas afirmou que o controle sobre a distribuição das doses é uma atribuição de cada prefeitura.

Fraude nas filas

A suspensão da campanha foi definida pelas secretarias de Saúde de Manaus e do Amazonas, após uma reunião na noite de quarta-feira (20). Fotos e relatos de parentes de empresários locais sendo vacinadas repercutiram. Eles foram acusados de furar a fila da vacina.

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As denúncias foram encaminhadas para as autoridades. A Prefeitura de Manaus diz que não há irregularidades.

Segundo o governo do estado , a suspensão da vacinação ocorre para replanejamento da campanha. O Executivo estadual afirma que o objetivo é discutir os critérios que definirão quais profissionais de saúde e de quais unidades têm prioridade para receber as primeiras doses, já que não há quantidade suficiente para todos.

Após a definição dos critérios, as unidades de saúde deverão enviar a lista nominal dos profissionais, com o setor em que cada um trabalha, para a Secretaria da Saúde de Manaus reprogramar a vacinação.

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