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Encontros virtuais entre familiares e presos podem ser aperfeiçoados, diz Doria

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mãos de pessoas para cima atrás de grades
Wilson Dias/Agência Brasil

Doria afirma que encontros por videoconferências são inéditos em penitenciárias


Durante coletiva de imprensa realizada nesta quarta-feira (2) no Palácio dos Bandeirantes, o governador de São Paulo , João Doria (PSDB), afirmou que os encontros via videoconferência entre pessoas que cumprem pena no sistema penitenciário e seus familiares deve ser aperfeiçoado. Afirmação foi realizada após  visitas presenciais apenas em presídios para policiais militares terem sido mantidas na pandemia.


Segundo familiares de presos que se manifestaram no último dia 26 , os encontros por videoconferência duram apenas 5 minutos. Devido a Covid-19, essas pessoas que estão em privação de liberdade não recebem visitas presenciais desde março deste ano.

“Os encontros virtuais podem e devem ser aperfeiçoados no sistema penitenciário do Estado de São Paulo. [Os encontros à distância] Nunca foi feito. Isso iniciou recentemente dado o efeito e causa da pandemia”, justificou Doria ao iG. 

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Apesar de afirmar que o serviço pode melhorar, Doria afirma que recebeu “muitos elogios” de familiares que conseguiram fazer encontros online “até com mais frequência do que teriam se o fizessem presencialmente”. 

“Mas isto não nos desobriga de aperfeiçoar e melhorar não só o acesso como também o tempo dedicado a este convívio familiar”, afirmou o governador. Doria afirmou que o coronel Nivaldo Restivo , secretário de Administração Penitenciária de São Paulo, deve dar mais detalhes sobre a evolução deste formato.

Questionado pelo iG sobre o porquê de apenas o presídio dos policiais militares permitirem visitas presenciais, o governador não respondeu.

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Operação Raio-X: o que já se sabe

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gabinete do governador
Divulgação / PF

Buscas foram feitas no gabinete do governador do Pará na manhã desta terça-feira (29)

O Ministério Público de São Paulo e a Polícia Civil estão investigando esquemas  de desvio de dinheiro público na área da saúde , em operação batizada de ” Raio-X “. Até o momento, a Justiça paulista já autorizou 64 mandados de prisão temporária e outros 237 mandados de busca e apreensão .

Além da secretaria de Saúde, a Câmara Municipal é alvo de mandados de busca e apreensão. Segundo o jornal Bom Dia São Paulo, duas viaturas foram até o local tendo como alvo o chefe de um dos 55 gabinetes do local. Não há relação direta com nenhum dos vereadores da cidade.

A suspeita é de que uma organização social que administra hospitais brasileiros trabalhe com um esquema de desvio que envolva pagamento de propinas a funcionários públicos, em uma investigação que já tem dois anos.

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“No transcorrer da investigação, foram identificadas dezenas de envolvidos com o grupo criminoso divididos em diversos núcleos, cada um com sua colaboração na prática das infrações penais”, disse o Ministério Público ao UOL. Segundo as informações do portal, o MP não deu detalhes sobre os envolvidos e valores investigados.

Investigações na Câmara

Na Câmara , conforme os investigadores, o alvo é um funcionário do gabinete do vereador Eliseu Gabriel (PSB) . No entanto, o vereador não é investigado. Em entrevista à TV Globo, o parlamentar disse que o funcionário já foi exonerado e que será readmitido, caso seja inocentado ao fim da operação.

Já na secretaria estadual de Saúde, os alvos são uma médica e uma advogada, funcionárias da pasta.

De acordo com a CNN Brasil, os acusados podem responder sobre fraude em licitação, corrupção ativa e passiva, peculato e até formação de quadrilha. A pena para os crimes pode chegar a até 60 anos de prisão.

Operação SOS

Segundo a Promotoria, as ações da Polícia Federal no Pará também serão aproveitadas nas investigações de São Paulo. Um dos alvos dessa operação, que foi batizada de “SOS” no Pará, é o governador do estado,  Helder Barbalho (MDB) . Dois secretários e um assessor de Barbalho já foram presos.

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Doria pede “pente-fino”

O governador do estado de São Paulo, João Doria (PSDB) , compartilhou em seu perfil do Twitter que determinou ao secretário de Saúde, Jean Gorinchteyn, um “pente-fino para apurar contratos com organizações sociais”. 

“Não vamos tolerar que o Estado seja vítima de inescrupulosos”, concluiu o governador.


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