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Entenda a “guerra política” com outdoors pró e contra Bolsonaro em Minas Gerais

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Disputa política de apoiadores e também de grupos contra Bolsonaro acontecem em Sete Lagoas

O município Sete Lagoas , localizado a 72 quilômetros de Belo Horizonte, é cenário de uma disputa política de uma forma inusitada, a partir do uso de outdoors. Apoiadores de  Jair Bolsonaro (sem partido) disputam placas gigantes com grupos que não concordam com as políticas de governo do presidente, em uma batalha que dura semanas.

O início da disputa começou em 8 de julho, quando empresários locais se reuniram para espalhar outdoors com a frase ” 7 Lagoas apoia Bolsonaro “. As peças publicitárias seguiam a lógica de outras que foram estampadas em locais diversos do país. Ao menos sete ruas do município, que conta com aproximadamente 240 mil habitantes, ganharam o outdoor e repercutiram na internet.

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Uma montagem que dizia: “7 Lagoas está c…… e andando pro Bolsonaro ” foi o catalisador das reações anti-bolsonaristas . O resultado dessa reação foi visto nas ruas do município, em um outro outdoor na região central que citava o episódio em que  Bolsonaro foi bicado por uma ema no Palácio da Alvorada enquanto se recuperava da Covid-19 .

A peça dizia: “7 Lagoas apoia a ema que bicou Bolsonaro”. Abaixo uma frase que o presidente disse durante a pandemia do novo coronavírus no país, como a “E daí”, seguida pelo “Quer que eu faça o quê? Não sou coveiro”. O presidente disse essas frases após ser questionado sobre o número de mortes crescente no Brasil.

O mesmo outdoor estampa a frase “Brasil: 80 mil mortes por Covid-19”, com uma espécie de selo com forma de ema, com os seguintes dizeres: “Todo poder ‘ema na’ do povo”.

Justificativas

O presidente da Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL) de Sete Lagoas, Geraldir Carvalho Alves, disse para Folha de São Paulo que a ideia de colocar os outdoors pró-Bolsonaro partiu de uma iniciativa independente.

outdoor apoio bolsonaro
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Empresários de Sete Lagoas fizeram outdoor em apoio ao presidente Bolsonaro

Já os contrários a Bolsonaro  não foram localizados. A empresa responsável pelo outdoor não repassou informações sobre quem havia contratado o servido. O que se sabe é que o preço pra a colocaão das peças na cidade é de R$ 120 para impressão e R$ 270 por 15 dias de veiculação.

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Três PMs morrem em abordagem a falso policial civil em São Paulo

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3 PMs foram mortos na ação nesta madrugada

Três policiais militares (PMs) morreram após serem atingidos por tiros disparados por um homem que fingiu ser um policial civil na madrugada deste sábado (8) em São Paulo. O suspeito também foi atingido e morreu.

Segundo relatos, um grupo com três homens abordou uma moto de maneira suspeita na Avenida Politécnica, no Butantã, Zona Oeste de São Paulo. Os PMs, que estavam passando pelo local, viram a cena e foram conferir a situação. Um dos três suspeitos, identificado como Cauê Doretto de Assis, de 24 anos, afirmou ser policial civil.

Os PMs então pediram a arma e um documento de identificação e, quando foram verificar a veracidade da informação, o suspeito Cauê sacou outra arma que estava escondida e começou a atirar.

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Ele baleou um PM na cabeça, baleou o segundo e correu atirando para fugir. O terceiro PM que também foi atingido enquanto Cauê corria, consegui revidar e também o acertou. Tanto o PM atingido quanto Cauê foram socorridos e levados para o hospital, mas não resistiram aos ferimentos.

O acompanhante de Cauê que também estava no carro e único sobrevivente do tiroteio, Vitor Mendonça, foi levado para a delegacia para prestar depoimento.

Vitor disse que não se lembra porque eles abordaram a moto. Eles saíram de uma balada na madrugada e ingeriram bebiba alcoólica, o que pode explicar as ações inconsequentes. Sobre o amigo Cauê, que atirou nos PMs, ele afirmou: “Ele (Cauê) surtou, eu não entendi nada do que aconteceu, juro por Deus”.

A Polícia Militar divulgou uma nota de pesar, lamentando a morte dos três policiais militares.

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