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Entra em vigor suspensão da venda de 11 planos de saúde

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estetoscópio em um gráfico com números
Divulgação/Dino

Os planos listados serão monitorados por três meses, para que demonstrem melhora nos resultados

Nesta quinta-feira (10), entrou em vigor a suspensão da comercialização de 11 planos de saúde anunciada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS), no dia 3 de setembro. Essa medida foi tomada devido a reclamações relacionadas à cobertura assistencial.

Os 11 planos suspensos são de duas operadoras, sendo que oito pertencem à operadora Unimed Norte-Nordeste e os outros três são da Unimed de Manaus.

Os planos listados não poderão ser comercializados para novos clientes e terão três meses para demonstrar melhora nos resultados. Porém, segundo a ANS, os 25.722 usuários atuais desses planos ficam protegidos e não serão afetados com as mudanças.

Em relação ao impedimento de receber novos beneficiários, as únicas exceções são para novo cônjuge ou filho de beneficiário e ex-empregados demitidos ou aposentados.  

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Reclamações

As reclamações que foram consideradas no monitoramento da ANS são referentes ao descumprimento dos prazos máximos para realização de consultas, exames e cirurgias ou da negativa de cobertura assistencial.

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NACIONAL

“ONGs vagabundas” tramam contra o presidente na ONU, diz Carlos Bolsonaro

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IG – Último Segundo

Carlos Bolsonaro diz não ser ‘covarde’ e assume uso das redes do pai


O vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro (Republicanos), filho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), atacou ONGs (Organizações Não Governamentais) em sua conta no Twitter acusando as entidades de prepararem um plano contra o seu pai durante o discurso de abertura da 75ª Assembleia Geral da ONU , que ocorre hoje às 10h.


“Todas as ONGs vagabundas se organizando nas redes sociais para orquestrar panelaço contra o Presidente amanhã em seu discurso para a ONU. Este tipo de MOVIMENTO ORQUESTRADO jamais será investigado e nem será motivo de inquérito, óbvio! O líder eleito da nação é alvo!”, escreveu Carlos no Twitter.

O Brasil tradicionalmente abre a Assembleia da ONU e neste ano a expectativa é que Bolsonaro comente as ações do Brasil no combate à pandemia do novo coronavírus (sars-cov-2) e aos incêndios que ocorrem no Pantanal e na Amazônia e geram repercussão internacional. Analistas acreditam que Bolsonaro deve defender mais uma vez que o Brasil é perseguido no plano internacionla, como fez no discurso do ano passado em que também atacou o socialismo e lideranças indígenas.

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