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Escritora Djamila Ribeiro se posiciona sobre ameaças à filha de 15 anos

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Djamila Ribeiro


A escritora e filósofa Djamila Ribeiro se posicionou, nesta terça-feira (28), sobre as ameaças que ela e a filha de 15 anos sofreram após a viralização de um vídeo que distorcia uma publicação sua. 


Durante uma entrevista à Globo News, Djamila afirmou estar acostumada com as intimidações, mas que “passaram dos limites” quando  miraram sua filha . “Comecei a receber uma série de mensagens nas minhas redes sociais. Como eu sou ativista, eu recebo muita coisa, já estou acostumada. Mas aí passaram de todos os limites. No domingo, mandaram [ameaças] para o meu celular e para o celular da minha filha, aí eu achei a gota d’água. É a primeira vez que vou à delegacia para tomar uma atitude em relação a isso”, declarou. 

A escritora registrou, ontem (27), um boletim de ocorrência na Delegacia de Crimes Raciais e Delitos de Intolerância (Decradi) do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) de São Paulo. 

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Djamila conta que tudo começou depois de fazer uma postagem publicitária no Instagram para a 99 (aplicativo de transporte individual) falando sobre a desinfecção de veículos de transporte durante a pandemia de Covid-19. Em seguida, uma pessoa – que a filósofa afirma desconhecer – gravou um vídeo dizendo que ela era contra a greve dos motoboys e a classe trabalhadora , além de “inimiga das empregadas domésticas”.

“De repente, quando eu vi, tinha milhares de pessoas compartilhando esse vídeo. As pessoas começaram a ir na minha página do Instagram me xingar, e isso foi se tornando uma bola de neve”, contou. “Quem quiser criticar [a postagem] tem todo direito. Mas não pode dizer que eu sou contra os motoboys e inimiga das empregadas domésticas sendo eu filha, neta e bisneta de empregada doméstica”, declarou Djamila. 


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Três PMs morrem em abordagem a falso policial civil em São Paulo

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3 PMs foram mortos na ação nesta madrugada

Três policiais militares (PMs) morreram após serem atingidos por tiros disparados por um homem que fingiu ser um policial civil na madrugada deste sábado (8) em São Paulo. O suspeito também foi atingido e morreu.

Segundo relatos, um grupo com três homens abordou uma moto de maneira suspeita na Avenida Politécnica, no Butantã, Zona Oeste de São Paulo. Os PMs, que estavam passando pelo local, viram a cena e foram conferir a situação. Um dos três suspeitos, identificado como Cauê Doretto de Assis, de 24 anos, afirmou ser policial civil.

Os PMs então pediram a arma e um documento de identificação e, quando foram verificar a veracidade da informação, o suspeito Cauê sacou outra arma que estava escondida e começou a atirar.

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Ele baleou um PM na cabeça, baleou o segundo e correu atirando para fugir. O terceiro PM que também foi atingido enquanto Cauê corria, consegui revidar e também o acertou. Tanto o PM atingido quanto Cauê foram socorridos e levados para o hospital, mas não resistiram aos ferimentos.

O acompanhante de Cauê que também estava no carro e único sobrevivente do tiroteio, Vitor Mendonça, foi levado para a delegacia para prestar depoimento.

Vitor disse que não se lembra porque eles abordaram a moto. Eles saíram de uma balada na madrugada e ingeriram bebiba alcoólica, o que pode explicar as ações inconsequentes. Sobre o amigo Cauê, que atirou nos PMs, ele afirmou: “Ele (Cauê) surtou, eu não entendi nada do que aconteceu, juro por Deus”.

A Polícia Militar divulgou uma nota de pesar, lamentando a morte dos três policiais militares.

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