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Esposa de Eduardo Bolsonaro se desculpa por crítica ao movimento antivacina

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Mulher de Eduardo Bolsonaro volta atrás e se desculpa por crítica ao movimento antivacina
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Mulher de Eduardo Bolsonaro volta atrás e se desculpa por crítica ao movimento antivacina

Heloísa Bolsonaro, esposa do deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), voltou atrás e disse que “errou” ao criticar o movimento antivacina.  Mais cedo, Heloísa havia declarado em seu Instagram que o movimento era “coisa de retardado”.  

“Sobre o que falei anteriormente sobre o movimento antivacinação: errei ao emitir opinião sobre algo que, como disse, não conheço (e detesto opinião atoa). Mas agora, como mãe, eu olho para a minha filha e só penso em protegê-la, de todas as formas. Mas não sei sobre o movimento, seus argumentos. Opinei com base no que já ouvi. Se você possui suas convicções, ignore”, disse ela, em nova mensagem publicada na rede social.

“E [o movimento antivacina] não é coisa de retardado, me desculpem. São apenas pessoas que pensam diferentes, ou possuem informações que eu não possuo”, continuou.

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O pronunciamento feito mais cedo por Heloisa diverge do posicionamento de seu marido Eduardo Bolsonaro e do presidente Jair Bolsonaro (sem partido). Ambos defendem que a vacina conta a Covid-19 deve ser opcional.

No entanto, uma lei sancionada em fevereiro por Bolsonaro, ainda prevê a obrigatoriedade da vacinação contra a covid-19.

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NACIONAL

Bolsonaro: “Pelo STF, eu tinha que estar na praia, tomando uma cerveja”

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Jair Bolsonaro
Mariana Schreiber – Da BBC News Brasil em Brasília

Bolsonaro já afirmou a apoiadores que “só deus” pode tirá-lo do cargo

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta sexta-feira (15) não ser responsável pelo atraso nas vacinas e pela explosão de casos de Covid-19  que já colapsou o sistema de saúde do estado de Amazonas.

Em entrevista à Bandeirantes , Bolsonaro afirmou que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o Supremo Tribunal Federal (STF) conferiu a governadores e prefeitos o poder de decidir sobre políticas contenção à pandemia.

“Eu tinha que estar na praia uma hora dessas. Pelo STF, eu tinha que estar na praia agora, tomando uma cerveja. O Supremo falou isso para mim. O erro meu agora foi não atender ao STF e estar interferindo, ajudando quem está morrendo em Manaus”, disse.

Sobre uma eventual abertura de processo de impeachment, o presidente afirmou que “não existe nada de concreto” contra ele e que “querem inventar uma narrativa” para tirá-lo do cargo.

‘Querem inventar uma fake news, uma narrativa para me tirar daqui. Qual moral tem João Doria e o Rodrigo Maia em falar de impeachment ou me acusar de tudo isso que está acontecendo aí se eu fui impedido pelo STF de fazer qualquer ação em combate ao coronavírus em estados e municípios?”, questionou.

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