NACIONAL

Estradas vicinais de SP serão recuperadas com investimento de R$ 116,8 milhões

Publicados

em


source
Estrada Engenheiro Marsilac
Vagner Fernandes

Estrada Engenheiro Marsilac


O governo de São Paulo vai investir cerca de R$ 116,8 milhões na recuperação de 10 estradas vicinais situadas nos extremos da cidade de São Paulo. O aporte foi anunciado nesta quarta-feira (1º) após reunião entre o secretário de Estado de Logística e Transportes, João Octaviano, e o prefeito em exercício, Milton Leite (DEM).

Presidente da Câmara Municipal, Leite também está à frente da prefeitura, enquanto o prefeito Ricardo Nunes (MDB) está em viagem nos Estados Unidos.

“Estas estradas que cortam os extremos da cidade são importantes demais. Transportam os moradores e a nossa produção. Por isso é essencial que sejam mantidas em bom estado. Cada centavo deste grande investimento é mais qualidade de vida para os paulistanos”, disse o gestor em exercício.

Em nota, o governo estadual afirma que os investimentos fazem parte das fases 6 e 7 do Novas Estradas Vicinais, considerado pela gestão o maior programa de recuperação de vias municipais em 10 anos. A iniciativa conta com centenas de obras em execução em todo o estado, com R$ 6,4 bilhões em investimentos.

Leia Também:  Nível do rio Tocantins continua subindo e 3 mil famílias são afetadas

Leia Também

“Investir nestas obras é de suma importância para levar mais segurança a seus moradores e melhorar os corredores logísticos que cortam a capital”, defendeu o secretário João Octaviano. Além dele e de Milton Leite, a reunião teve a participante do diretor de Operações do Departamento, Jorge Eloy Gomes Pereira, e do superintendente do Departamento de Estradas e Rodagem (DER), Edson Caram. O DER será o órgão responsável pela aplicação do investimento.


O edital das obras da fase 6 foi publicado no Diário Oficial do último dia 26 de novembro. Já o edital da fase 7 será publicado em dezembro. A previsão de início das obras é no primeiro semestre do ano que vem.

Confira abaixo as vias que serão beneficiadas com o recurso:

  • estrada Engenheiro Marsilac: 10,8 kms de melhorias, valor estimado R$ 14.654.058,37;
  • estrada Jaceguava-Paiol (continuação da rua Manoel Pires de Moraes e av. Ernesto João Marcelino): 13,8 kms, valor estimado R$ 22.886.295,88;
  • estrada da Colina (Barragem, da Colônia e Evangelista de Souza): ligação da SP 270 (km 26) ao município: 13,6 kms, valor estimado R$ 22.123.817,37;
  • estrada Ecoturística de Parelheiros e Itaim II (atual av. Professor Hermogenes de F. Leitão Filho): 7,4 kms, valor estimado R$ 12.104.204,29;
  • estrada Vargem Grande e Colônia (atual avenida Noel Nutels): 2,2 kms, valor estimado R$ 3.839.660,06;
  • estrada Coronel Sezefredo Fagundes: 11,5 kms, valor estimado R$ 19.367.044,48;
  • estrada Campo de Baixo: 4,5 kms, valor estimado R$ 6 milhões;
  • estrada Ponte Alta: 12 kms, valor estimado R$ 18 milhões;
  • estrada Morro do S, (atual Morro do S, do Pinhal e  J. R. Rodrigues): 3,1 kms, valor estimado R$ 4 milhões;
  • estrada Paiol: 8,5 kms, valor estimado R$ 8,5 milhões.
Leia Também:  Brasil: tempo quente e seco marcam a  previsão desta sexta

Propaganda

NACIONAL

Ministério da Saúde rejeita protocolo para não uso do kit Covid

Publicados

em


source
Presidente Jair Bolsonaro (PL)
Fotos Públicas

Presidente Jair Bolsonaro (PL)

Segundo decisão publicada no Diário Oficial da União nesta sexta-feira (21), o secretário de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos do Ministério da Saúde, Hélio Angotti Neto, recusou todos os protocolos desenvolvidos pela  Comissão de Incorporação de Tecnologias ao SUS (Conitec) relacionados ao tratamento de Covid-19.

Entre os textos vetados, está o que rejeita o uso do chamado kit Covid — com o uso de  medicamentos com ineficácia comprovada cientificamente, como a hidroxicloroquina e cloroquina — no tratamento de pacientes que estão em tratamento ambulatorial.

Em nota técnica divulgada na página da Conitec, Angotti justificou que as recomendações não foram aceitas porque o processo de elaboração dos documentos foi marcado por “inadequações, fragilidades e riscos éticos”. Dessa maneira, o Ministério da Saúde não vai seguir as orientações do grupo técnico relacionados ao não uso do kit Covid.


Leia Também

“Diante das diversas inadequações, fragilidades, riscos éticos e técnicos e inconsistências capazes de comprometer negativamente o processo e as recomendações feitas, na qualidade de Secretário Nacional de Ciência, Tecnologia, Inovação e Insumos Estratégicos em Saúde do Ministério da Saúde, conforme competências estabelecidas pelo Decreto nº 7.646, de 21 de dezembro de 2011, não aprovo as ‘Diretrizes Brasileiras para Tratamento Hospitalar do Paciente com Covid-19. Capítulo 2: Tratamento Medicamentoso’ e as ‘Diretrizes Brasileiras para Tratamento Medicamentoso Ambulatorial do Paciente com Covid-19′”, diz um trecho do documento.

Confira o texto na íntegra:


Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA