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Ex-assessor de Pazuello vira réu em processo por estupro de vulnerável

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Ex-assessor de Pazuello vira réu por estupro de vulnerável
Jefferson Rudy/ Agência Senado

Ex-assessor de Pazuello vira réu por estupro de vulnerável


O empresário Airton Antonio Soligo, mais conhecido como Airton Cascavel , virou réu no processo que responde pelo estupro de uma criança de sua própria família. O juiz substituto da Vara de Crimes Contra Vulneráveis, em Boa Vista (RR), aceitou a denúncia oferecida contra ele nesta quinta-feira (23).

Cascavel se notabilizou nacionalmente quando foi assessor do ex-ministro da Saúde, general Eduardo Pazuello. Ele chegou até a depor na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Pandemia, já que era apontado como o “nº 2” de Pazuello no ministério.

No caso do processo criminal, Cascavel foi acusado pela mãe da criança no dia 14 de setembro. Segundo o G1 RR, a mulher registrou um boletim de ocorrência no Núcleo de Proteção à Criança e Adolescente (NPCA) da Polícia Civil. De acordo com o documento, ela relatou que a criança foi visitar Cascavel e voltou “reclamando de dores nas partes íntimas”, além de ter relatado que ele “havia pegado em sua parte íntima e lhe machucado” e de suspeitar que tivesse “sofrido abuso sexual”. 

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A Rede Amazônica obteve acesso ao laudo, que indica não ser possível “negar ou afirmar que a menor foi vítima de ato libidinoso. Mesmo assim, na última terça-feira (21), o Ministério Público de Roraima ofereceu uma denúncia à Justiça.


Em resposta, a defesa dele disse à Justiça que Cascavel é uma “pessoa sem histórico de violência nos quase 40 anos de vida no estado” e que sempre “dedicou carinho e atenção especial” aos familiares. Dessa forma, a defesa diz que a acusação não passa de uma “denunciação caluniosa”, que visa atingir a ele e aos familiares.

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Redução na mortalidade infantil estanca e Brasil apresenta ‘meia década perdida’

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Redução na mortalidade infantil estanca e Brasil apresenta 'meia década perdida'
Reprodução

Redução na mortalidade infantil estanca e Brasil apresenta ‘meia década perdida’

Um boletim especial do  Ministério da Saúde apresentou índices relativos ao ano de 2019 – último com o registro – e exibiu uma retração na diminuição da mortalidade infantil no Brasil. Os números são, ano a ano, similares desde 2015.

Em 2019, o país apresentou 13,3 mortes por mil nascidos vivos. Uma leve alta em comparação ao ano anterior. Já em 2018, a taxa esteve em 13,1 por mil nascidos vivos. O índice é o mesmo registrado nos quatro anos anteriores.

No documento, a pasta lamenta o freio na redução da mortalidade infantil e lembra que “vem-se observando um declínio na taxa de mortalidade nesse grupo, com uma diminuição de 5,5% ao ano nas décadas de 1980 e 1990, e 4,4% ao ano desde 2000”.

Informações do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), área do Ministério da Saúde, informa que 23.262 das 35.293 mortes de bebês com menos de um ano e ocorridas em 2019, poderiam ter sido reduzidos por ações de imunização, atenção à mulher na gestação, no parto e ao recém-nascido e em ações de diagnóstico, tratamento adequado e promoções à saúde.

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As principais causas de mortes infantis no último ano de registro foram septicemia – uma infecção generalizada bacteriana -, problemas maternais, desconforto respiratório, complicações na gravidez e nascimento prematuro.


A meta dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Milênio indica que a meta mundial para a redução da mortalidade neonatal é de 12 por mil nascidos vivos. Na América Latina, a Argentina apresenta 8,2 mortes por mil bebês vivos; Uruguai, 6,1 por mil vivos; e Cuba 3,8 por mil vivos.

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