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Ex de Jairinho depõe pela 2ª vez e diz não ser “capaz de contabilizar” agressões

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Jairinho é um dos suspeitos pela morte do menino Henry Borel, de 4 anos
Renan Olaz/CMRJ

Jairinho é um dos suspeitos pela morte do menino Henry Borel, de 4 anos

Vinte e cinco dias depois de negar ter sido agredida pelo ex-namorado e amante, o médico e vereador Jairo Souza Santos Júnior, o Dr. Jairinho (sem partido), Debora de Mello Saraiva voltou atrás nas declarações prestadas ao delegado Henrique Damasceno, titular da 16ª DP (Barra da Tijuca).Em novo depoimento, nesta sexta-feira (16), a estudante narrou, ao longo de quatro horas, os episódios de violência que sofreu por parte do parlamentar – foram tantos, segundo a moça, que ela sequer é “capaz de contabilizar”.

Jairinho e a atual companheira, Monique Medeiros da Costa e Silva, estão presos e são apontados pela polícia como responsáveis pela morte do menino Henry Borel, de 4 anos, enteado do vereador.

Na delegacia, Debora alegou ter mentido e omitido informações por se sentir “ameaçada”. Ela contou que, ao receber a intimação, ligou para Thalita Fernandes, irmã do parlamentar. Logo em seguida, o próprio Jairinho telefonou e disse: “É só você falar a verdade, amor”. Ela, então, diz ter perguntado: “Verdade? Você quer mesmo que eu diga a verdade?” O ex-namorado teria respondido: “Você vai falar a verdade”. A estudante diz ter entendido, pelo tom, que não podia “relatar o que sofreu”, tampouco “o que sabia”, especialmente por ele ainda estar em liberdade.

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Em seu novo depoimento, Debora contou que, a partir do segundo ano de relacionamento, passou a “sofrer constantes agressões físicas” por parte de Jairinho, inclusive depois do término do namoro. A primeira delas foi em 2016, quando ela mexeu no celular do vereador e descobriu uma troca de mensagens dele com a ex-mulher, a dentista Ana Carolina Ferreira Netto, mãe de dois dos seus três filhos.

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Ela o acordou, e o vereador teria se “transformado”, a segurando pelo braço e dizendo que “sumiria” com ela, simulando um assalto, largando sua bolsa e seu celular em algum canto, ligando para sua mãe e dizendo que não sabia seu paradeiro.

A estudante contou que Jairinho então a jogou no sofá, subiu em cima da mesa e passou a esganá-la, apertando seu pescoço. Debora conta que tentava dizer que ele iria matá-la, pois estava sem conseguir respirar. Ela relatou, entretanto, que, subitamente, a feição do então namorado mudou, ele largou seu pescoço e falou: “Vamos dormir”.

Em outra ocasião, no mesmo ano, Debora teria sido chutada por Jairinho, o que provocou a fratura de um dos seus dedos do pé, tendo que imobiliza-lo em um hospital particular no Méier. Já em 2020, quando estavam na casa da família do vereador em Mangaratiba, a estudante diz ter sido agredida por ele ao impedíi-lo de ver o conteúdo do seu celular. Ela narrou que recebeu um mata-leão, foi arrastada pela casa e recebeu três mordidas dele em seu couro cabeludo.

A estudante contou também que, segundo narrou seu filho, atualmente com 8 anos, em 2015, quando ela estava dormindo, o vereador colocou na boca do menino um papel e um pano e disse que ele não poderia engolir. Ele teria deitado a criança no sofá da sala, ficado em pé no sofá e apoiado todo o peso do seu corpo nele com o pé.

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‘Lázaro, no mínimo, estará em breve atrás das grades’, diz Bolsonaro; assista

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‘Lázaro “no mínimo” estará em breve atrás das grades’, diz Bolsonaro

O presidente Jair Bolsonaro desejou sorte aos policiais que estão em  busca do assassino Lázaro Barbosa no município de Cocalzinho de Goiás, próximo a Brasília, e disse que em breve ele estará “no mínimo atrás das grades”. A mensagem foi divulgada por meio de um vídeo publicado nas redes sociais.

“Aos policiais que estão na captura do marginal Lázaro, que tem levado o terror no Entorno de Brasília. Nós sabemos que esse bandido tem uma certa prática de andar na mata sem deixar vestígio. Mas sabemos também que nossos policiais, além da coragem, são tenazes e não descansarão enquanto não cumprir essa missão. Boa sorte a todos vocês. E tenho certeza que brevemente o Lázaro estará no mínimo atrás das grades. Um abraço a todos”, disse Bolsonaro.

A caçada a Lázaro já está no 11º dia. Ela começou depois de ele matar quatro pessoas de uma mesma família em Ceilândia, no Distrito Federal, no dia 9 de junho.

Ele invadiu a chácara de Cláudio Vidal, de 48 anos, e assassinou ele e seus filhos, Carlos Eduardo, de 21, e Gustavo, de 15. Na fuga, o criminoso sequestrou Cleonice Vidal, de 43 anos, mulher de Cláudio. Ela foi encontrada morta no dia 12.

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