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Ex-ministro Ernesto Araújo busca manter influência ideológica no Itamaraty

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Ex-ministro Ernesto Araújo busca manter influência ideológica no Itamaraty
Agência Brasil

Ex-ministro Ernesto Araújo busca manter influência ideológica no Itamaraty

O ex-ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo , publicou nas suas redes sociais uma série de comentários a respeito do trabalho de Carlos França, atual chanceler no comando do Itamaraty. Segundo interlocutores, o posicionamento de Ernesto têm criado constrangimentos no órgão. As informações são do jornal A Folha de S.Paulo.

De acordo com fontes próximas ao governo de Jair Bolsonaro, o posicionamento do ex-ministro revela uma ambição política e impede uma ‘guinada’ ao pragmatismo que França busca implementar no Ministério.

Em 17 de abril, Ernesto publicou uma série de mensagens se defendendo as acusações de que ele era um empecilho para que o Brasil contratasse uma quantidade maior de vacinas contra a covid-19. Segundo Araújo, o país “não mudou” em relação a este tema desde que saiu do Itamaraty.

“Ou mesmo em alguns casos sofreu adiamentos depois disso. Dificuldades seguem no mundo todo. Minha atuação não foi empecilho para nada”, disse Ernesto , após destacar que o Brasil não avançou na tratativa de adquirir novas vacinas desde que ele deixou o cargo. O ex-ministro, inclusive, pede ao presidente Jair Bolsonaro para que seu discurso se radicalize.

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Pessoas próximas ao ministério de Relações Exteriores relatam que Carlos França demonstra certo incômodo com a situação, mas que não há condição política ao chanceler de repreender seu antecessor. Isso porque Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), deputado federal e filho do presidente da República, apoia Ernesto nesta ‘queda de braço’.


Entre os diplomatas brasileiros, a avaliação é de que Araújo não deveria se posicionar em relação ao trabalho de França , e o faz porque busca se posicionar para disputar um cargo eletivo no Legislativo brasileiro nas eleições do ano que vem.

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Mãe e padrasto de Lázaro trabalhavam na chácara do sogro do delegado-geral da PC

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Lazaro Barbosa de Sousa, está fugindo da polícia há oito dias em Goiás
Reprodução/TV Anhanguera

Lazaro Barbosa de Sousa, está fugindo da polícia há oito dias em Goiás

A captura do  serial killer Lázaro Barbosa Souza, de 33 anos, acusado de matar quatro pessoas da mesma família, tem muitas particularidades, segundo o delegado-geral da Polícia Civil do Distrito Federal, Robson Cândido. Também conhecido como “mateiro”, termo atribuído a quem conhece as matas, Lázaro passou a vida toda trabalhando em fazendas de Goiás e permanece escondido num ambiente inóspito, mas que conhece como ninguém .

Segundo o portal Metrópoles, a dificuldade da polícia para efetuar a captura do serial killer pode ser reflexo direto do perfil do criminoso. O delegado-geral Robson tem autoridade para falar sobre o assunto já que a mãe de Lázaro, Eva e o padrasto, Léin (apelido), trabalharam na chácara do sogro de Robson até o dia em que o foragido fez as primeiras vítimas, na última semana. Eva fazia queijos a partir do leite tirado das vacas criadas na propriedade e Léin era o caseiro da chácara.

“Não há absolutamente nada que desabone a mãe e o padrasto de Lázaro. Mas o fato de conhecê-los, e também ao filho, me permite ter uma compreensão mais aguçada sobre o caso. Lázaro tem antecedentes e, ao que tudo indica, teve um surto psicótico. Ele nasceu e foi criado em um ambiente de fazenda. Trabalhou e circulou a vida toda no mato. Conhece essa região como poucos. Em função dessa circunstância, ele tem conseguido se camuflar na mata, mas sem percorrer grandes distâncias. Capturá-lo será uma questão de tempo”, disse Robson.

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Segundo o delegado-geral, o engajamento na operação para capturar o criminoso é grande e envolve policiais da Divisão de Operações Especiais (DOE), da Divisão de Operações Aéreas (DOA), da Polícia Penal e da Patamo.  A Polícia Civil do Distrito Federal mobilizou um caminhão-combustível; uma aeronave com câmera infravermelho, que permite a visão noturna; além de viaturas e dos próprios policiais.

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Eva, foi ouvida em depoimento pela PCDF assim que o filho se tornou foragido. Depois disso, ela e o padrasto partiram para a Bahia com medo de sofrer represálias por conta da repercussão dos assassinatos em série. 

“A mãe de Lázaro se queixava de o filho ter se enveredado para o caminho do crime. Mas nunca imaginou que ele seria capaz de tamanha barbaridade”, afirmou o delegado-geral da PCDF.

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Robson foi pessoalmente até o local onde ocorrem as buscas por Lázaro, em Goiás, na tarde desta quarta-feira (16) e compartilhou com a polícia goiana informações estratégicas na tentativa de acelerar o desfecho do caso.

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