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Família é feita de refém durante assalto em prédio em Belo Horizonte

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Caso aconteceu no quinto andar do prédio
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Caso aconteceu no quinto andar do prédio

Na segunda-feira (1°), no bairro Belvedere, em Belo Horizonte , uma família foi amarrada e feita de refém durante um sequestro de um prédio de luxo. Segundo informações da polícia, uma mulher de 48 anos e seus dois filhos, um de 16 e outro de 19 anos, que estavam no apartamento, foram surpreendidos e rendidos com a chegada dos criminosos na residência. As informações foram apuradas pelo O Tempo. 

A família foi colocada dentro de um quarto na casa, com todos amarrados. Os homens estavam com uma chave de fenda, simulando ser uma arma e foram até a cozinha pegar uma faca para ameaçar as vítimas. De acordo com os relatos das vítimas, o suspeito pedia o tempo todo por dinheiro e joias. Eles roubaram celulares, joias, dinheiro e cartões de bancos, totalizando um prejuízo de cerca de R$ 50 mil para a família. E Após o crime, os suspeitos fugiram e não foram mais encontrados. 

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Segundo a Polícia Militar , residentes da região acionaram as autoridades depois de ouvirem gritos de socorro da família. O porteiro afirmou para os policiais de que não viu os homens entrando no prédio. Com ajuda das câmeras de segurança, é possível ver a chegada dos homens ao prédio e alguém abrindo a porta para eles. 

Consequentemente, eles podem ter sido confundidos com moradores. Eles usavam máscaras de proteção contra a covid-19 e pareciam ser dois homens jovens. A pesar da situação, ninguém ficou ferido. A Polícia Civil foi encaminhada para o local do crime e ação será investigada. 

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Covid-19 no Brasil é como “Chernobyl ou Fukushima”, diz Miguel Nicolelis

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 Covid-19 no Brasil é como
Reprodução/Wikimedia Commons

Covid-19 no Brasil é como “Chernobil ou Fukushima”, diz Miguel Nicolelis

Miguel Nicolelis , neurocientista e professor da Universidade de Duke, comparou a situação da pandemia de  covid-19 no Brasil a históricos acidentes nucleares como os ocorridos em 1986 em Chernobyl , na Ucrânia; e em 2011 em Fukushima , no Japão. As declarações foram realizadas em entrevista à BBC .

“Quando alguém me pede para traçar uma metáfora , digo que, para mim, é como Chernobyl ou Fukushima. Um reator nuclear, mas biológico , que está fora de controle numa reação em cadeia”, avalia Nicolelis.

O cientista argumenta que seu comparativo baseia-se em três pontos: “a falta de liderança governamental, a ignorância [do governo] e a confiança em notícias falsas junto ao negacionismo científico”.

Miguel pondera que esta situação não é culpa dos brasileiros, já que o povo deseja sair desta situação e é fundamental que o mundo entenda este ponto. Em sua avaliação, a principal causa para esta catástrofe é a falta de uma estratégia governamental clara e direcionada para o combate à pandemia. “[O presidente] fez campanha contra qualquer medida de isolamento social, se opôs as máscaras e negou a gravidade desde o início”.

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Ao falar sobre a saúde no Brasil, o professor argumenta que, embora o país apresente um bom sistema público, “o governo nunca aproveitou para financiá-lo e fortalecê-lo significativamente nesta crise”, e por consequência “estamos no meio de um colapso de saúde nacional, algo que nunca havia acontecido na história “.

Nicolelis avalia que esta “é a razão pela qual temos tantos casos e tantas mutações ocorrendo simultaneamente no Brasil”. A Fiocruz , em levantamento recente, declarou que foram detectadas 92 variantes da covid-19 em solo brasileiro , incluindo a P1.

Ainda segundo o cientista, “o mundo sofrerá as consequências” já que há “centenas de milhares de casos todos os dias, depois haverá novas variantes que surgirão e se espalharão pela América do Sul, América Latina e ao mundo todo dentro de semanas”.


A condução brasileira no combate a pandemia de covid-19 já deixou mais de 370 mil mortes em pouco mais de um ano. Hoje, o país representa 25% dos novos casos de óbitos mundiais.

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