NACIONAL

Flexibilização: todos os municípios de São Paulo estão na fase amarela

Publicados

em


source
João Doria
Governo do Estado de São Paulo/Divulgação

Governador anuncia inserção de todo o estado na fase amarela

O estado de São Paulo está, pela primeira vez e completamente, inserido na fase amarela do Plano Sâo Paulo – documento que determina o ritmo de reabertura de atividades durante a pandemia da Covid-19. O anúncio foi feito após a evolução das regiões de Franca e Ribeirão Preto, únicas que ainda estavam na fase anterior. 

De acordo com a secretaria de saúde do estado, dados como queda progressiva no número de óbitos e casos e aumento no número de leitos disponíveis em todas as regiões motivaram o aumento das flexibilizações. “No estado de São Paulo como um todo, a pandemia regride de maneira sólida e, agora, todas as regiões estão na fase amarela”, afirmou o Governador. 

Apesar disso, o secretária Gean Gorinchteyn reforçou, durante a coletiva de imprensa, a importante de manter os protocolos sanitários e cuidados individuais. 

Leia Também:  Criminoso mais procurado do Brasil vendia limões como disfarce

A fase amarela permite a reabertura de atividades como shopping center, comércio, bares, restaurantes, salões de beleza, barbearias e academias. Todos com capacidade reduzida e horário de funcionamento limitado, além de protocolos de higiene específicos para cada serviço. 

Mudanças na classificação

Além da notícia sobre a nova fase do estado, o governador João Doria ainda anunciou uma mudança no próprio Plano São Paulo, que agora passa a ter atualizações mensais e não mais quinzenais. De acordo com o governador, o objetivo é garantir a segurança na progressão de fases.

Apesar da alteração no período de medição do Plano São Paulo, o Governo do Estado poderá decretar regressão para a fase vermelha de qualquer região, a qualquer momento, em caso de piora significativa das taxas de contaminação por coronavírus ou redução acentuada da capacidade hospitalar.

“Não haverá retorno para a fase laranja, o que aumenta a responsabilidade de Prefeitos, Secretários municipais de saúde e da própria população. Afinal, a população precisa se resguardar e se proteger, obrigatoriamente usar máscara ao sair de casa, seguir o distanciamento social de 1,5 metro, lavar as mãos e usar álcool em gel”, destacou o Governador.

Leia Também:  Gato abençoado: felino invade live e pula em piscina de batismo; veja o vídeo

Propaganda

NACIONAL

Incêndios no Pantanal já afetam quase metade das terras indígenas da região

Publicados

em


source
incêndio pantanal
Mayke Toscano/Secom-MT

Incêndios no Pantanal já tomam conta de quase metade das terras indígenas

Os incêndios no Pantanal, que já têm repercussões práticas em outros locais do Brasil, como a ‘chuva preta’ no Rio Grande do Sul , que poderá se repetir também em São Paulo neste fim de semana , tomam conta das terras indígenas – apenas neste mês de setembro, já foram 164 focos de incêndio -, afetando quase metade das terras indígenas do Pantanal, segundo levantamento da Agência Pública a com base em dados de satélite do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe).

A apuração analisou todos os focos de incêndio registrados no Pantanal neste ano e mostra que o número passou a subir no fim de julho de julho e teve salto ainda maior em agosto e setembro. Nesses dois meses, estão concentrados 72% dos focos de incêndio no Pantanal .

Leia Também:  Terremoto de magnitude 6,9 atinge oceano próximo a Fernando de Noronha

Segundo o Inpe, em alguns casos os focos de incêndio começaram em propriedades privadas, se multiplacaram e só então invadiram as terras indígenas . Áreas de reserva legal e de mata nativa de donos de terra, que devem ser preservadas e são protegidas por lei, também tiveram registros de início dos focos.

Os relatos dão conta que as queimadas estão destruindo roças, queimando casas e tomando contas das terras indígenas da região. A Agência Pública encontrou focos de incêndio em cinco terras indígenas regularizadas nos municípios do Pantanal. Ao todo, são apenas 11 na região, então quase metade já sofre com a dura realidade dos incêndios no segundo semestre de 2020. A maior área indígena da região, localizada no Mato Grosso do Sul , é também a que teve mais focos até então, segundo os dados do Inpe. Na TI Kadiwéu, dos Terena e Kadiwéu, a maior TI da região, foram 176 focos de incêndio desde maio, sendo a maior parte concentrada no mês de agosto, o mais atingido até este sábado.

Leia Também:  Acidente gravíssimo deixa pelo menos um morto e nove feridos em Minas Gerais

Nesta semana, em viagem ao Mato Grosso, o presidente Jair Bolsonaro chegou a sentir na pele os efeitos das queimadas no Pantanal. O  voo que levava o presidente arremeteu no aeroporto de Sinop (MT), justamente por conta da fumaça provocada pelos incêndios. Bolsonaro, no entanto, minimizou a situação, dizendo que “Quem nos critica não tem queimada  porque já queimaram tudo”, criticando sobretudo países europeus, que denunciam o desmonte ambiental no Brasil.

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA