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Funcionária da USP confessa que morte de aluno foi causada por negligência

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Filipe Leme foi encontrado morto na Poli-USP


Um ano depois da morte do aluno de geografia Filipe Varea Leme, de 21 anos, morto em um acidente de elevador na Poli (Escola Politécnica), uma funcionária da  USP admitiu negligência no caso. A supervisora do aluno irá prestar serviços comunitários por oito meses após assinar um acordo na Justiça assumindo envolvimento indireto na morte do jovem.


No dia da morte, Filipe trabalhava como monitor de informática na Poli quando foi orientado pela supervisora a deixar suas atividades para carregar um armário da sala para outro cômodo, como o auxílio de um amigo, embora a instituição tenha equipe de manutenção. 

Algumas horas depois naquele dia, o corpo de Filipe foi encontrado dentro de um elevador de deficientes com o pescoço esmagado pelo armário de livros, segundo laudo do Instituto de Criminalística.

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A promotora do caso, Amaitê Iara Giriboni de Mello, entendeu após analisar as provas e os depoimentos que a supervisora foi negligente, por isso foi condenada por homicídio culposo (sem intenção de matar). 

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Ministério da Saúde sabia de risco de incêndio no Bonsucesso desde abril de 2019

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Hospital Federal de Bonsucesso com pacientes sendo retirados de dentro dele
Reprodução/Twitter

Hospital Federal de Bonsucesso foi atingido por incêndio na manhã desta terça-feira (27)

O Ministério da Saúde sabia, pelo menos desde abril de 2019, que havia risco de incêndios no Hospital Federal de Bonsucesso , na Zona Norte da cidade do Rio de Janeiro . Um relatório produzido por engenheiros a pedido da pasta na época apontou uma série de problemas na estrutura de combate a chamas da unidade hospitalar. A informação é do jornal O Estado de São Paulo .

Mesmo após o sinal de alerta, nada foi feito e, um ano e meio depois, o hospital foi atingido por um incêndio, deixando até agora duas pacientes mortas. Uma delas era mulher de 42 anos e outra uma idosa de 82 anos. As duas estavam com a Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2).

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Questionado nesta terça sobre a falta de providências para sanar o risco de incêndio no hospital, o Ministério da Saúde não se manifestou. Por meio de nota, a pasta se limitou a lamentar o episódio.

Em setembro de 2019, de posse desse relatório, a Defensoria Pública da União cobrou providências da direção do HFB para ajustar o hospital às normas de segurança e solicitou ao  Corpo de Bombeiros  que fizesse uma vistoria na unidade de saúde.

“Depois disso, a Defensoria fez seu papel de reforçar reiteradamente a necessidade de providência urgente aos órgãos competentes”, informou, em nota, a Defensoria.

Ao menos desde 2007 os profissionais de saúde denunciavam problemas elétricos e risco de incêndio no Hospital de Bonsucesso, segundo o presidente do Sindicato dos Médicos do Rio, Alexandre Telles.

“As primeiras denúncias são de 13 anos atrás, e a única providência até hoje foi a compra de extintores de incêndio, no ano passado. A fiação nunca foi trocada”, disse o médico.

Além disso, Telles afirma que faltou treinamento e coordenação para salvar os pacientes. “Os funcionários não sabiam para onde levar os pacientes, porque nunca tinham tido treinamento, não havia um protocolo”, completou.

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