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Funcionários de baixa renda do HC foram sete vezes mais infectados que médicos

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HC-FMUSP pretende liberar 900 novos leitos para pacientes de coronavírus na próxima semana
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HC-FMUSP pretende liberar 900 novos leitos para pacientes de coronavírus na próxima semana

Um inquérito sorológico apontou que médicos que trabalham na linha de frente do combate à Covid-19 estão mais protegidos de pegar o vírus do que trabalhadores de baixa renda que moram na periferia de São Paulo.  

Cerca de 15 mil profissionais do Hospital das Clínicas de SP, que trabalham na área exclusiva de Covid-19 , foram testados. O objetivo da pesquisa era saber se, mesmo assintomáticos, eles já tinham sido infectados pelo novo coronavírus (Sars-coV-2).

De acordo com o resultado, entre os profissionais que trabalham nas UTIs e que têm contato direto com os doentes, só 6% foram infectados. Já entre os funcionários terceirizados, de setores como os de limpeza, lavanderia e segurança, 45% já contraíram o vírus.

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A conclusão é que a maioria dos profissionais foi contaminada pelo coronavírus fora do HC – e que escolaridade, local de residência, uso de transporte público e tempo gasto entre a casa e o hospital, também levantados na pesquisa, são fatores de risco maiores do que o próprio ambiente hospitalar.

“Os dados mostram que a transmissão comunitária, em um país com problemas estruturais como o nosso, pode ser maior até mesmo do que dentro de um hospital”, diz a infectologista Silvia Costa, coordenadora do projeto. Esta matéria contém informações de Mônica Bergamo.

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PGR se diz contra ação sobre venda de refinarias da Petrobras

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ESTADÃO CONTEÚDO

PGR se coloca contra ação sobre venda de refinarias da Petrobras


Procuradoria-Geral da República (PGR), favorável aos planos de desinvestimentos da Petrobras , pediu ao Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (30) para  não julgar a ação que tenta barrar o plano de venda das refinarias da estatal.


O vice-procurador-geral da República, Humberto Jacques, afirmou que o Ministério Público não identificou  – nos processos tocados pela estatal – uma contradição com o que foi decidido no ano passado pela Corte. À época, o STF decidiu que a venda de subsidiárias não precisa passar pelo Legislativo, diferente da alienação da empresa-mãe.

Após as sustentações orais, o julgamento sobre as refinarias foi suspenso na Corte e será retomado nesta quinta-feira (01), às 14h, com o voto do relator, ministro Edson Fachin.

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Jacques argumentou também que o processo de venda dessas unidades de refino acontece em “estrita obediência” ao artigo da Constituição, segundo o qual as estatais devem se sujeitar ao regime jurídico de empresas privadas. “Se uma grande empresa pode desinvestir, também pode a Petrobras desinvestir de acordo com o que a Corte já sinalizou”, disse Jacques.

Na manifestação, o representante da PGR também disse não ver no caso da Petrobras a denúncia feita na ação apresentada pelo Congresso, de que a estatal estaria sendo repartida em várias pequenas subsidiárias para burlar a decisão do STF . “É excelente pergunta, mas para ser formulada precisa estar demonstrada nesse caso. Se o STF pudesse dar essa resposta, seria pedagógico, mas não cabe nesse caso estreito da reclamação”.

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