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Homem é preso carregando crânios humanos por ruas de BH

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crânios humanos amarrados por varal
Renato Rios Neto / Rádio Itatiaia

Os crânios teriam sido furtados do Cemitério da Saudade e estavam amarrados por um varal

Na manhã desta quarta-feira (9), um homem de 43 anos foi preso após ter sido visto andando com quatro crânios humanos pelas ruas do bairro Saudade, na região Leste de Belo Horizonte.

A Polícia Militar de Minas Gerais (PMMG) recebeu denúncias dos moradores da região, que flagraram o homem caminhando carregando os ossos amarrados em uma corda de varal.

As autoridades foram até o local e prenderam o homem, que alegou ter furtado as ossadas do Cemitério da Saudade . Os funcionários do lugar confirmaram que o indivíduo pulou o muro algumas horas antes do episódio.

Outro episódio

Uma moradora, que preferiu não se identificar, afirmou que o homem já havia sido flagrado deixando o corpo de um bebê no portão de uma das casas do bairro.

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A Polícia Militar confirmou que o suspeito já havia sido preso em 2014 e em 2018, mas não detalhou quais foram os crimes. Após a prisão, o homem foi encaminhado à Ceflan (Central de Flagrantes) do bairro Floresta, também na região Leste da capital.



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Justiça suspende decisão de Salles que acabou com proteção a manguezais

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Ricardo Salles / Twitter

Ricardo Salles, Frederico D’Ávilla e Jair Bolsonaro

A Justiça Federal do Rio de Janeiro suspendeu, nesta terça-feira (29), a extinção de duas resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente, que é presidido pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, que delimitavam as áreas de proteção permanente (APPs) de manguezais e de restingas do litoral brasileiro.

A decisão permitia a exploração comercial e imobiliária de regiões protegidas por determinações ambientais. “Tendo em vista o evidente risco de danos irrecuperáveis ao meio ambiente, defiro antecipação dos efeitos da tutela para suspender os efeitos da revogação apreciada na 135ª Reunião Ordinária do Conama”, escreveu a juíza Maria Amélia Almeida Senos de Carvalho.

A decisão tem caráter liminar e foi protocolada com a justificativa de que a ação do Conama “viola o direito constitucional a um meio ambiente ecologicamente equilibrado”.

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Ao explicar a extinção das normas, governo havia dito que essas resoluções já não eram mais cumpridas na prática. Especialistas em meio ambiente apontaram, porém, que até hoje essas normas são aplicadas, porque são os únicos instrumentos legais que protegem, efetivamente, essas áreas. 

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