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Homem morre após cair em rio com caminhão carregado de explosivos

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Caminhão explosivos no Rio
Divulgação/Corpo de Bombeiros

Apesar da carga, não há risco de explosão

Um homem de 45 anos morreu depois que o caminhão que ele conduzia caiu dentro de um rio na cidade de Itajubá, no sul de Minas Gerais, na última terça-feira (28). O veículo estava carregado com explosivos.

De acordo com o Corpo de Bombeiros, o acidente aconteceu por volta das 8h30. O caminhão fazia parte de um comboio com outro veículo de guarda e um carro de escolta. Segundo a nota fiscal, o caminhão que caiu no rio carregava 5.500 kg de dinamite.

Depois da queda, a carga ficou inteiramente submersa dentro do baú, que se desprendeu da cabine dentro da água. O Exército, a Polícia Rodoviária Federal (PRF) e a Polícia Civil de Minas Gerais foram acionados.

Segundo as autoridades, como os explosivos não estavam acompanhados de uma carga iniciadora, não existe risco de explosão. Elas estão trabalhando no caso e tentando descobrir as causas do acidente.

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Menina retirada da mãe por iniciação no candomblé tem guarda devolvida

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mulher de máscara
TV TEM / Reprodução

Caso apontado como intolerância religiosa foi registrado em Araçatuba

Uma decisão emitida pela Justiça de São Paulo na noite desta sexta-feira (14) devolveu à manicure Kate Ana Belintani a guarda da filha dela, que tinha sido  retirada após denúncia de supostos maus tratos em um centro de candomblé da cidade de Araçatuba, no interior do estado.

A filha de Kate, que não teve identidade revelada e tem 12 anos, ficou sob tutela da avó materna após denúncia anônima. A avó da garota é evangélica e teria feito uma denúncia ao Conselho Tutelar da cidade, alegando que a menina estava sofrendo maus tratos e abusos sexuais.

Após algumas denúncias, os conselheiros foram acompanhados de policiais ao terreiro Ilê Axé Egbá Araketu Odê Igbô, onde a adolescente estava com a mãe, que tentou explicar que elas não poderiam deixar o terreiro enquanto estivessem passando pelo ritual. Mesmo assim, elas foram levadas ao Instituto Médico Legal (IML), que não identificou hematomas ou lesões corporais.

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Além do depoimento da adolescente, que afirmava participar do ritual por vontade própria, o juiz que emitiu o parecer favorável à mãe levou em consideração o exame de corpo de delito e a manifestação do Ministério Público contra a retirada da guarda da mãe.

A denúncia de intolerância religiosa, feita à revista Época no começo de agosto, ocorreu poucos dias após a retirada da garota da guarda da mãe. Na ocasião, ela estava dentro do terreiro há uma semana, tinha o cabelo raspado como parte de um ritual de 21 dias e nenhuma marca de agressão do corpo.

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