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Homenagem às vítimas da Covid-19: Ato finca 500 rosas na praia de Copacabana

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Rosas fincadas na praia de Copacabana
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Rosas fincadas na praia de Copacabana

A praia de Copacabana, na Zona Sul do Rio de Janeiro, recebeu 500 rosas — que foram fincadas na areia— para homenagear as  500 mil vítimas da Covid-19 no Brasil. A ação foi idealizada pela  ONG Rio de Paz  em parceria com o Departamento de Informação Pública da ONU (Organizações das Nações Unidas).

Segundo a organização, as rosas representam “a solidariedade às famílias enlutadas vítimas dessa crise sanitária provocada pelo coronavírus”.

Em nota, o líder da Rio de Paz, Antônio Carlos Costa, disse que o  comportamento do presidente Jair Bolsonaro na condução da pandemia é “criminoso e execrável”.

“[Bolsonaro] participou de manifestações antidemocráticas que violaram todas as normas sanitárias. Desacreditou a campanha de vacinação em massa e desestimulou o uso de máscara. Aprofundou a crise econômica em razão da lentidão da campanha de vacinação em massa. Fez piada com a pandemia, jamais demonstrou compaixão pelas famílias enlutadas e chamou de marica quem observou normas sanitárias a fim de evitar o risco de contaminação.”

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Ricardo Nunes sanciona projeto que torna igrejas serviços essenciais em SP

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Culto religioso em São Paulo
Patrícia Cruz

Culto religioso em São Paulo

O prefeito de São Paulo , Ricardo Nunes (MDB), sancionou ontem (24) o Projeto de Lei que incluem as atividades religiosas na lista dos serviços essenciais durante a pandemia de covid-19. O PL 410/2020 é de autoria do vereador Rinaldi Digilio (PSL), e já havia sido aprovado em uma primeira votação, realizada em dezembro.

“Ficam reconhecidas como serviços essenciais as atividades realizadas pelas igrejas ou templos de qualquer culto, inclusive em situação de emergência, perigo iminente, de calamidade pública ou decorrente de epidemias, ou pandemias”, diz o texto, publicado no Diário Oficial de hoje (25).

A publicação determina que as instituições devem “observar as determinações sanitárias destinadas à prevenção e mitigação da situação de risco, regulamentadas pelos órgãos competentes nos casos de situação de emergência, calamidade pública ou decorrente de epidemias ou pandemias”.

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As igrejas já são reconhecidas como atividades religiosas em todo o estado. Em março, o governador João Doria (PSDB) também assinou um decreto nos mesmos moldes. O Plano SP, que direciona a flexibilização dos estabelecimentos durante a pandemia, já permite a realização de cultos religiosos seguindo as regras sanitárias de distanciamento cultural e uso de máscaras.

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