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Homens invadem casa e atiram em 4 pessoas; 3 morrem, incluindo mãe e filho

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IG – Último Segundo

Dois atiradores invadem casa, matam três pessoas e deixam um ferido


Na madrugada deste sábado (17), uma casa no bairro de Granja Werneck , em Belo Horizonte , foi invadida por atiradores , que mataram três pessoas e deixaram um ferido. Entre os mortos estão Alan de Souza do Nascimento, de 19 anos, e sua mãe, Eliana Santa de Souza Martins, 42.


Para a Polícia Militar, o sobrevivente de 40 anos que não foi identificado reportou que dois homens forçaram entrada na casa às 3h, quando todos estavam dormindo. Logo começaram a atirar. Alan levou oito tiros na região das costas e na cabeça. Eliane foi atingida seis vezes.

Além dos dois, também estão entre os mortos Cleberson Carlos Ferreira, de 25 anos, que dormia no mesmo quarto que Eliana. Após levar um tiro na nuca, Cleberson conseguiu correr até um terreno vazio em frente à casa.

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O sobrevivente conseguiu correr e pedir ajuda para os vizinhos. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi chamado ao local e ele recebeu atendimento. Os outros três baleados não resistiram.

O caso será investigado pela Polícia Civil. A Polícia Militar está fazendo rastreamento para conseguir evidências. Nenhum suspeito foi localizado e não há motivação clara para o crime. Os vizinhos optaram por não prestar depoimento.

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Bairros de maioria negra de São Paulo têm expectativa de vida mais baixa

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Periferia de São Paulo
Rovena Rosa/Agência Brasil

Jardim ângela é o distrito de expectativa de vida mais baixa

A cidade de São Paulo, apesar de ser a mais rica do país, tem alto índices de desigualdade social e econômica. De acordo com o Mapa da Desigualdade 2020, divulgado pela Rede Nossa São Paulo nesta quinta-feira (29), os quatro distritos com a menor idade média ao morrer na capital paulista estão entre os com mais de 50% dos moradores negros: Jardim Angela (58,3 anos), Cidade Tiradentes (58,5 anos), Iguatemi (59,1 anos) e Grajaú (59,5 anos). 

No geral, 35,3% dos paulistanos se consideram pretos ou pardos. Os distritos com maior parte da população negra são Anhanguera (50,3%), Brasilândia (50,6%), Capão Redondo (53,9%), Cidade Ademar (50%), Cidade Tiradentes (56,1%), Grajaú (56,8%), Guaianases (51,5%), Iguatemi (50,9%), Itaim Paulista (54,8%), Jardim Ângela (60,1%), Jardim Helena (54,7%), Jardim São Luís (51,3%), Lajeado (56,2%), Parelheiros (56,6%), Pedreira (52,4%) e Vila Curuçá (51,2%).

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Nas regiões com a maior idade média ao morrer, o percentual de população negra é menor que 9%. No Jardim Paulista, a idade média ao morrer é de 81,5 anos e o percentual de negros é de 8,5%. No Alto de Pinheiros, a idade média ao morrer, em 2019, foi de 81,1 anos e tem 8,1% de população negra.

Segundo Jorge Abraão, coordenador geral do Instituto Cidades Sustentáveis e da Rede Nossa São Paulo,  é possível, a partir desses dados, “atuar fortemente junto com organizações da sociedade civil para a construção de políticas públicas contra a desigualdade na cidade de São Paulo”.

Ainda segundo Abraão, a desigualdade é o maior problema da capital paulista. “É a origem de uma série de problemas e se conseguirmos enfrentá-la, vamos avançar”, afirma. 

Racismo é menor nas periferias

A nova edição do Mapa da Desigualdade reuniu os dados sobre o coeficiente de pessoas que foram vítimas de racismo e injúria racial para cada 10 mil habitantes por bairro. A média da cidade ficou em dois casos para cada dez mil por bairro.

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Na Barra Funda foram 20,1 casos por 10 mil em 2019. Na Sé, foram 24,2 casos. O Brás teve 13,5 casos e na República foram 12,7 casos. Nas periferias, por outro lado, o registro de casos de racismo e injúria racial ficaram abaixo da média. Lajeado (1,2), Anhanguera (0,4), Parelheiros (0,4), Itaim Paulista (1,3) e Jardim Ângela (0,6).

Habitação

Os distritos com mais negros também têm a maior concentração de famílias morando em favelas, de acordo com o estudo. No Jardim São Luis, 69,5% da população vive em favelas; Jardim Ângela (53,9%); e Vila Andrade (34,7%).

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