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Hospital faz confusão e troca corpo de vítima de Covid-19 no Piauí

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Corpo foi enterrado após engano de hospital
Reprodução/TV Clube

Corpo foi enterrado após engano de hospital

O Insituto de Doenças Tropicais Natan Portela (IDTNP) fez uma confusão e trocou o corpo de uma pessoa morta pela Covid-19 , doença causada pelo novo coronavírus (Sars-CoV-2), e fez a família velar e enterrar por engano o corpo de um homem de 39 anos que não tinha a doença. O caso ocorreu nesta quinta-feira (10) em Teresina, no Piauí.

Após um comunicado do engano, a família teve que fazer um segundo enterro para que os corpos fossem “destrocados”. Por meio de nota, a direção do instituto disse que lamenta profundamente o ocorrido e pediu desculpas aos familiares.

A vítima que foi confundida foi Boa Ventura Pereira da Silva, de 68 anos. Ele morreu na manhã desta quinta. Após o óbito, os parentes fizeram o reconhecimento do corpo e contrataram uma funerária da cidade de Alto Longá para buscá-lo.

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“Meu pai estava há quinze dias na UTI desse hospital. Me ligaram dizendo que tinha que vir reconhecer o corpo. Esperamos três horas para a funerária chegar e foi liberado. Eles disseram que tinha um protocolo, que a gente não podia abrir o caixão”, Franciane, que é filha da vítima.

Depois desses procedimentos, a família conta que a funerária foi ao hospital, recolheu o corpo e levou para o sepultamento. Na tarde do mesmo dia ainda houve um pequeno cortejo em Alto Longá, mas o corpo nem chegou a sair do carro e seguiu diretamente para o enterro.

Ainda segundo a família, foi depois de três horas do enterro que o serviço social do hospital avisou, por telefone, que o corpo havia sido trocado. O hospital disse que abriu uma sindicância para saber como a troca ocorreu.

O incoveniente fez com que a família precisasse fazer novamente o reconhecimento do corpo. Após a confirmação do engano, foi feita a destroca dos corpos.

A família lamentou o ocorrido. Depois, seguiu novamente para o segundo sepultamento no interior de Novo Santo Antônio, desta vez do familiar deles.

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“Estamos com muita indignação, acabamos de enterrar um estranho. Muita tristeza. Vamos ter que enterrar de madrugada nosso querido Boa Ventura. Temos que cuidar de um novo enterro”, afirmou Robert, que é genro do idoso.

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Sem máscaras, Eduardo e Flávio Bolsonaro visitam aldeia indígena no Amazonas

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bolsonaros
ESTADÃO CONTEÚDO

Flávio e Eduardo Bolsonaro posam sem máscaras ao lado de indígenas no Amazonas


Sem máscaras e sem respeitar o distanciamento social imposto pela pandemia do novo coronavírus , o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e o senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) visitiram, recentemente, uma aldeia indígena no Amazonas. A informação foi divulgada nesta quarta-feira (23) pela  Folha de S.Paulo.


Uma foto, publicada nas redes sociais do presidente da Embratur, Gilson Machado Neto, mostra os filhos do presidente Jair Bolsonaro sem máscaras , ao lado dos índios e do secretário de Aquicultura e Pesca, Jorge Seif Júnior. 

Outras imagens compartilhadas pelo governador do Amazonas, Wilson Lima, confirmam a visita à aldeia, apesar de, em outro momento, ambos os irmãos terem utilizado o equipamento de proteção individual.

Perigo para os indígenas

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Por não terem histórico de interação com os mesmos vírus e bactérias que a maioria da população urbana, os indígenas possuem um sistema imunológico mais sensível .

A exposição ao novo coronavírus implica em riscos mais graves a esses povos. Dados recentes da Articulação dos Povos Indígenas do Brasil (Apib) indicam que 32,9 mil índios foram contaminados pela Covid-19 e 825 já morreram  por causa da doença. 

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