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Intacta: Criança cai do 3º andar e é salva por vizinho; assista

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Criança de dois anos é salva por vizinho em Curitiba
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Criança de dois anos é salva por vizinho em Curitiba

Um vizinho salvou uma criança de 2 anos que caiu da sacada do terceiro andar de um prédio, em Fazenda Rio Grande, na Região Metropolitana de Curitiba, no sul do país. Por sorte, a menina saiu ilesa do acidente.

A mãe da criança, Maria Franciele Ferreira, contou que a situação ocorreu no dia 21 de julho, por volta das 17h. Ela disse que desceu para jogar o lixo e quando estava voltando, olhou para cima viu que a a filha estava na sacada do apartamento, bem próxima da borda.

A mãe contou que a criança acabou passando por uma fresta que tem na sacada. Quando viu a cena, ela começou a gritar por socorro e, por sorte, o vizinho conseguiu correr para pegar a menina antes que ela chegasse ao chão. 

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Veja o vídeo do resgate na sequência: 


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Menina retirada da mãe por iniciação no candomblé tem guarda devolvida

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mulher de máscara
TV TEM / Reprodução

Caso apontado como intolerância religiosa foi registrado em Araçatuba

Uma decisão emitida pela Justiça de São Paulo na noite desta sexta-feira (14) devolveu à manicure Kate Ana Belintani a guarda da filha dela, que tinha sido  retirada após denúncia de supostos maus tratos em um centro de candomblé da cidade de Araçatuba, no interior do estado.

A filha de Kate, que não teve identidade revelada e tem 12 anos, ficou sob tutela da avó materna após denúncia anônima. A avó da garota é evangélica e teria feito uma denúncia ao Conselho Tutelar da cidade, alegando que a menina estava sofrendo maus tratos e abusos sexuais.

Após algumas denúncias, os conselheiros foram acompanhados de policiais ao terreiro Ilê Axé Egbá Araketu Odê Igbô, onde a adolescente estava com a mãe, que tentou explicar que elas não poderiam deixar o terreiro enquanto estivessem passando pelo ritual. Mesmo assim, elas foram levadas ao Instituto Médico Legal (IML), que não identificou hematomas ou lesões corporais.

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Além do depoimento da adolescente, que afirmava participar do ritual por vontade própria, o juiz que emitiu o parecer favorável à mãe levou em consideração o exame de corpo de delito e a manifestação do Ministério Público contra a retirada da guarda da mãe.

A denúncia de intolerância religiosa, feita à revista Época no começo de agosto, ocorreu poucos dias após a retirada da garota da guarda da mãe. Na ocasião, ela estava dentro do terreiro há uma semana, tinha o cabelo raspado como parte de um ritual de 21 dias e nenhuma marca de agressão do corpo.

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