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Manaus divulga previsão para retorno de aulas presenciais

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Alunos em Manaus em sala de aula
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Secretaria estadual de Educação afirmou que R$ 8,5 milhões serão usados para compra de EPIs


As aulas presenciais para alunos do Ensino Médio e estudantes do Educação de Jovens e Adultos (EJA) devem voltar a acontecer a partir de 10 de agosto em Manaus, no Amazonas. Cerca de 220 mil alunos estão presentes na capital do Amazonas. Estudantes do Ensino Fundamental devem  retornar às escolas em 24 de agosto.


A retomada das aulas foi anunciada pelo governador Wilson Lima nesta terça-feira (28). Ele realizou uma coletiva de imprensa no Centro Educacional de Tempo Integral (Ceti) Elisa Bessa Freire. A medida foi autorizada pela Fundação de Vigilância em Saúde do Amazonas (FVS-AM).

O secretário estadual de Educação, Luis Favan, afirmou que o município pretende finalizar o ano letivo até dezembro, apesar da interrupção de aulas presenciais diante da pandemia do novo coronavírus . Para conseguir atingir as 800 horas do ano letivo , as atividades online serão intensificadas.

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O governador afirmou que este retorno presencial acontecerá por meio de escala de alunos, que serão divididos entre grupos A e B e devem intercalar as datas de comparecimento.

Nos dias em que não estão na escola, os estudantes deverão acompanhar as aulas via internet (YouTube, Ambiente Virtual de Aprendizagem, plataforma Saber+ e app Aula em Casa) ou televisão (pela TV Encontro das Águas).

Lima explicou ainda que as salas de aula devem manter apenas 50% de sua capacidade. As carteiras devem ser posicionadas com distanciamento.

Entre outras medidas, serão disponibilizadas 1 milhão de máscaras aos profissionais e estudantes; serão reforçadas as medidas de higienização das mãos e de superfícies; e manutenção do distanciamento de 1,5 metros entre pessoas.

As escolas disponibilização, além das EPIs, álcool em gel e tapetes para higienização de sapatos. Fabian afirmou que cerca de R$ 8,5 milhões foram investidos na aquisição destes equipamentos e produtos.

As medidas de retorno às aulas se aplicam apenas a Manaus, e ainda não houve sinal extensão para o restante do estado.

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Filha de Queiroz enviou ao pai R$150 mil quando atuava no gabinete de Bolsonaro

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Queiroz e a filha Nathália
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Queiroz e a filha Nathália

Filha do investigado por rachadinha  Fabrício Queiroz e ex-assessora parlamentar de Jair e Eduardo Bolsonaro, Nathália Queiroz transferiu ao seu pai R$ 150.539,41 enquanto trabalhou no gabinete do então deputado federal Jair Bolsonaro. É o que mostram dados da quebra de sigilo bancário de Nathália divulgados nesta quarta-feira (12) pelo jornal Folha de S. Paulo .

O dinheiro foi repasso por Nathália Queiroz ao pai entre janeiro de 2017 a setembro de 2018. Desde dezembro de 2016, ela trabalhava no gabinete de Jair Bolsonaro, onde atuou até outubro de 2018, quando foi exonerada. 

O valor transferido representa 77% do salário que ela ganhou da Câmara dos Deputados. Além de assessora parlamentar, a filha de Fabrício Queiroz também era personal trainer de famosos, como os atores Bruno Gagliasso, Bruna Marquezine e Giovanna Lancellotti.

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Nathália Queiroz também foi assessora parlamentar do então deputado estadual Flávio Bolsonaro de agosto de 2011 a dezembro de 2016 e, antes disso trabalhou desde 2007 a 2011 na vice-liderança do PP, comandada por Flávio. Promotores apontam que de 2007 a 2016, Nathalia repassou ao menos 82% dos seus ganhos ao pai. 

Nos dois casos, as transferências a Fabrício Queiroz ocorriam sempre próximo aos pagamentos da Câmara dos Deputados e da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, onde trabalhou para Flávio.

A dinâmica dos repasses que fez ao pai enquanto trabalhava para a Câmara são as mesmas relatadas pelo Ministério Público do Rio de Janeiro sobre a suposta “rachadinha” no antigo gabinete de Flávio. A prática da qual Flávio é investigado consiste em assessores devolverem parte de seus salários a parlamentares.

A dinâmica dos repasses é a mesma descrita pelo Ministério Público do Rio de Janeiro sobre a suposta ” rachadinha ” no antigo gabinete do filho do presidente.

A defesa de Queiroz alegou, por meio de nota, que os repasses de Nathalia ocorriam para “centralização das despesas familiares na figura do pai”. 

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