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Médica picada por cobra durante banho em cachoeira é transferida para São Paulo

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médica picada por cobra em cachoeira
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Dieynne Saugo estava se banhando em uma cachoeira em Mato Grosso e foi picada por uma serpente

Uma médica foi transferida de Cuiabá para o Hospital Israelita Albert Einstein, em São Paulo,  após ser internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) por ter sido picada por uma cobra jararaca enquanto estava na Cachoeira Serra Azul, localizada em Nobres, no Mato Grosso.

O animal venenoso teria despencado com a queda d’água da cachoeira e acertado Dieynne Saugo no rosto e no pescoço. A médica precisou ser transferida de avião na noite desta quinta-feira (3) porque os leitos dos hospitais em Cuiabá estão lotados por causa da pandemia do novo coronavírus.

A profissional de saúde precisou de transfusão de sangue nesta quinta-feira (3) e será submetida a uma cirurgia no braço nesta sexta-feira (4).

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Os familiares de Saugo estão realizando uma vaquinha para pagar os custos da transferência e alegam que o plano de saúde não cobre as despesas com a internações foram de Mato Grosso .

As vias aéreas da médica estavam 70% comprometidas devido ao inchaço causado pelo veneno da cobra na região, e ela teve que passar por um procedimento que abriu um pouco a traqueia, chamado de traqueostomia.

Foram mais de três horas até que Dieynne conseguisse chegar a uma unidade de saúde para tomar soro, porque a cachoeira ficava a 150 km do hospital.

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Pedagoga leva soco em abordagem policial: “fui chamada de preta, de vagabunda”

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Rerodução

Vídeo mostra momento em que Eliane foi derrubada e recebeu soco no rosto

A pedagoga Eliane Espírito Santo, de 39 anos, sofreu uma abordagem violenta da Polícia Militar em Macapá. A mulher, que levou um soco no rosto e recebeu várias ofensas, chegou a ser detida por “desacato e desobediência”.

A ocorrência foi filmada e publicada nas redes sociais pelo filho de Eliane, que também foi abordado. Pouco tempo depois, o vídeo viralizou, causando revolta em internautas.

“Para mim isso foi uma tortura, mexeu muito com meu psicológico. […] Eu fui chamada de preta, fui chamada de vagabunda por eles na delegacia. Eu me senti ofendida e para mim foi um preconceito muito grande, porque éramos os únicos negros ali”, disse ela ao portal G1.

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“A polícia já abordou a gente apontando as armas para o carro. Abordou todo mudo menos eu; um deles deu um soco no estômago do meu marido. Eu falei para a equipe liberar o adolescente porque ele é do interior, e estava sob minha responsabilidade. Eu atravessei, fiquei na calçada de casa. Só um deles me agrediu”, recorda.

A abordagem ocorreu na sexta-feira (18) à noite. Após repercussão, o governador do Amapá, Weldez Góes, afirmou que as imagens “envergonham as forças armadas de segurança do Estado” e reconhece que a ocorrência é “recheada de atitudes racistas”. De acordo com o governo do estado, os policiais serão afastados para investigação.

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