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Michelle Bolsonaro anuncia teste negativo para covid-19

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Michelle Bolsonaro anuncia teste negativo para covid-19
Alan Santos/PR

Michelle Bolsonaro anuncia teste negativo para covid-19

Michelle Bolsonaro, primeira-dama da República, anunciou neste domingo (26) por meio das suas redes sociais que testou negativo para a covid-19. A esposa do  presidente Jair Bolsonaro (sem partido) participou da comitiva presidencial que foi à Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas.

Na viagem, o ministro da Saúde, Marcelo Queiroga; o deputado federal Eduardo Bolsonaro; e o presidente da Caixa, Pedro Guimarães contraíram o novo coronavírus e testaram positivo para a doença.

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu uma recomendação para que a comitiva realizasse uma quarentena de 14 dias, já que o grupo teve contato com infectados.


Mais cedo, Jair Bolsonaro também anunciou que testou negativo para covid-19. Assim, o presidente deverá voltar ao trabalho no Palácio do Planalto na próxima segunda-feira (27).

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Redução na mortalidade infantil estanca e Brasil apresenta ‘meia década perdida’

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Redução na mortalidade infantil estanca e Brasil apresenta 'meia década perdida'
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Redução na mortalidade infantil estanca e Brasil apresenta ‘meia década perdida’

Um boletim especial do  Ministério da Saúde apresentou índices relativos ao ano de 2019 – último com o registro – e exibiu uma retração na diminuição da mortalidade infantil no Brasil. Os números são, ano a ano, similares desde 2015.

Em 2019, o país apresentou 13,3 mortes por mil nascidos vivos. Uma leve alta em comparação ao ano anterior. Já em 2018, a taxa esteve em 13,1 por mil nascidos vivos. O índice é o mesmo registrado nos quatro anos anteriores.

No documento, a pasta lamenta o freio na redução da mortalidade infantil e lembra que “vem-se observando um declínio na taxa de mortalidade nesse grupo, com uma diminuição de 5,5% ao ano nas décadas de 1980 e 1990, e 4,4% ao ano desde 2000”.

Informações do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), área do Ministério da Saúde, informa que 23.262 das 35.293 mortes de bebês com menos de um ano e ocorridas em 2019, poderiam ter sido reduzidos por ações de imunização, atenção à mulher na gestação, no parto e ao recém-nascido e em ações de diagnóstico, tratamento adequado e promoções à saúde.

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As principais causas de mortes infantis no último ano de registro foram septicemia – uma infecção generalizada bacteriana -, problemas maternais, desconforto respiratório, complicações na gravidez e nascimento prematuro.


A meta dos Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS) da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Milênio indica que a meta mundial para a redução da mortalidade neonatal é de 12 por mil nascidos vivos. Na América Latina, a Argentina apresenta 8,2 mortes por mil bebês vivos; Uruguai, 6,1 por mil vivos; e Cuba 3,8 por mil vivos.

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