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Morta em desabamento trabalhava no supermercado; empilhadeira causou acidente

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Elane Oliveira / Redes sociais

Elane tinha 20 anos

A vítima fatal de um desabamento de prateleiras que deixou uma pessoa morta e pelo menos oito feridas na cidade de São Luís , no Maranhão, nesta sexta-feira (2) foi identificada como Elaine de Oliveira, de 20 anos, funcionária do Supermercado Mix Mateus Atacarejo. 

Familiares da vítima afirmaram ao portal Metrópoles que a jovem chegou a ser socorrida para o hospital após ser esmagada por uma das prateleiras do supermercado, mas não resistiu aos ferimentos e morreu. O acidente teria sido causado por uma empilhadeira que derrubou uma prateleira. A prateleira derrubada, por sua vez, derrubou outras três sobre funcionários e clientes.

Ao todo, 144 bombeiros militares e 131 bombeiros civis foram enviados para a operação de resgate de feridos, que durou 11 horas.

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Um inquérito civil será instaurado pelo Ministério Público do Trabalho do Maranhão. Em nota, o MPT afirmou que “envidará esforços para que ocorra o cumprimento rigoroso das normas de saúde e segurança de trabalho a fim de evitar novos acidentes”.

A empresa lamentou a morte, disse que a equipe de gestores acompanha os trabalhos das equipes de resgate e anunciou que todas as franquias das lojas estarão fechadas neste sábado em solidariedade ao ocorrido.

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Doria agradece Anvisa por aprovação da “vacina mais promissora do mundo”

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Doria comemora aprovação dos insumos da Coronavac, que será produzida no Instituto Butantan
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Doria comemora aprovação dos insumos da Coronavac, que será produzida no Instituto Butantan

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), publicou em seu twitter uma mensagem de agradecimento à Anvisa pela autorização dada para a importação da matéria-prima chinesa para a produção da Coronavac , vacina desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac.

“Agradeço a Anvisa pela aprovação da importação da matéria-prima para a produção nacional da vacina contra a covid-19. Desta forma, poderemos produzir a CoronaVac aqui em São Paulo, no Instituto Butantan, que há 120 anos presta serviços ao país e produz vacinas para os brasileiros”, escreveu.


A solicitação para aprovação foi feita há um mês, em 23 de setembro. À época, a Agência afirmou que daria uma resposta em cinco dias úteis. Com a demora, o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, chegou a reclamar com a instituição.

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“Não vamos mais cumprir o prazo de entregar 46 milhões de doses no final de dezembro . Então, isso nos preocupa muito e eu apenas solicitei à Anvisa que agilizasse esse processo, porque o interesse na vacina é um interesse nacional, é um interesse de todos os brasileiros”, declarou Dimas Covas no último dia 22.

Impasse com o Ministério da Saúde

O imunizante produzido em parceria com a Sinovac ainda está na fase de estudos de eficácia, não tendo ainda previsão de registro aprovado pela agência federal. O governo de SP, porém, espera que o Ministério da Saúde se comprometa a distribuir a vacina, assim que regularizada, à toda população.

Bolsonaro, porém, chegou a cancelar um acordo de compra de 46 milhões de doses da Coronavac por parte do Ministério da saúde. O presidente afirmou que não era necessário “ter pressa” para comprar imunizantes e  questionou se não seria “mais barato investir na cura do que na vacina”.

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