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Mourão diz que captura de serial killer no DF é como “buscar leão na selva”

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Vice-presidente Hamilton Mourã diz que é
Isac Nóbrega/PR

Vice-presidente Hamilton Mourã diz que é “não é simples achar uma pessoa” no “mato cerrado”

O vice-presidente Hamilton Mourão comentou, na manhã desta sexta-feira (18), sobre a operação das polícias de Goiás e do Distrito Federal na captura de  Lázaro Barbosa – serial killer de 32 anos de idade, que já dura 10 dias – e afirmou que a sua captura assemelha-se a “buscar leão na selva”. As informações são do portal Metropoles.

*Mais informações em instantes

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“Gatinha da Cracolândia” afirma que considerava “normal” vida antes da prisão

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Gatinha da Cracolândia
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Gatinha da Cracolândia

Lorraine Bauer Romeiro, mais conhecida como  “Gatinha da Cracolândia” disse, em entrevista ao jornalista Roberto Cabrini, da TV Record , que considerava “normal” a vida que levava no centro de São Paulo. Ela afirmou não imaginar que poderia ser suspeita em um esquema de tráfico de drogas .

Lorraine, de 19 anos, foi presa em 22 de julho deste ano na cidade Barueri . De acordo com a polícia, mais de 400 porções de crack, cocaína, maconha e ecstasy, além de quase 100 frascos de lança-perfume foram apreendidos na ocasião. Em continuidade às diligências, os policiais foram até um prédio invadido no bairro de Santa Cecília, apontado por ela, e encontraram uma mochila com 85 porções de maconha, 295 de cocaína e oito de crack.

“Assim, para mim, sempre foi normal. Sempre não. Até quando eu conheci, quando eu comecei a conhecer as coisas, ver como que funcionava, para mim tinha se tornado normal, porque para mim eu não estava fazendo nada de errado, para mim nunca ia acarretar em cima de mim”, disse a acusada em entrevista ao jornalista, que será exibida no programa Domingo Espetacular .

De acordo com ela, sua vida na Cracolândia “não é nada” do que foi mostrado pelas investigações, acusando a polícia de distorcer os fatos sobre ela.

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Fotos da investigação mostravam sua rotina em meio à venda de drogas no centro da capital paulista. Antes de ser detida,  Lorraine tinha um perfil nas redes sociais com mais de 30 mil seguidores, mostrando um estilo de vida luxuoso.

“Eu não sou nada do que mostraram. Nada do que falaram que eu sou, absolutamente nada”, afirmou. “Eles (a polícia) foram oportunistas em usar coisas que eu fazia para vincular ao crime”, continuou.

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