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Mulher que ofendeu e agrediu clientes em padaria de SP é denunciada pelo MP

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Lidiane Biezok fez agressões verbais e físicas de cunho racista, transfóbicos e homofóbicos em uma padaria na Pompéia
reprodução / Twitter

Lidiane Biezok fez agressões verbais e físicas de cunho racista, transfóbicos e homofóbicos em uma padaria na Pompéia

O Ministério Público (MP-SP) denunciou nesta segunda-feira (30), Lidiane Brandão Biezok à justiça pelos crimes de injúria racial, lesão corporal e homofobia cometidos contra clientes e funcionários de uma padaria na zona oeste de São Paulo.

A mulher flagrada no vídeo foi presa em flagrante no dia 20 de novembro, mas teve a prisão convertida para domiciliar após sua defesa alegar que ela sofre de bipolaridade e depressão.

Nas imagens filmadas por clientes da padaria, Lidiane Biezok aparece humilhando funcionários, jogando papéis sobre uma atendente, dizendo que ela “servia para limpar os restos”. Após isso, a discussão aumentou, e a acusada agrediu um jovem de 24 anos e chegou a quebrar uma televisão do local.

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Confira o registro:



Nas filmagens, Lidiane diz ser “advogada internacional”, contudo, a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), informou que ela não tem registro para exercer a profissão.

Existem dois processos, de 2005 e 2007, que já foram arquivados pela justiça, em que ela foi acusada de calúnia, injúria, difamação e lesão corporal.

Nesse caso, após a denúncia ter sido feita, cabe a juíza Carla de Oliveira Pinto Ferrari, da 20ª Vara Criminal, aceitar ou rejeitar a acusação. Caso aceite a denúncia do Ministério Público, Lidiane se tornará ré no processo.

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Amazonas amplia toque de recolher para 24 horas; entenda o que muda

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Estado do Amazonas enfrenta crise devido à pandemia
Alex Pazuello/Fotos Públicas

Estado do Amazonas enfrenta crise devido à pandemia

O governador do Amazonas , Wilson Lima , anunciou que as restrições impostas a deslocamentos nas cidades do estado serão ampliadas para 24 horas por dia a partir de segunda-feira (25). Em decreto a ser publicado ainda neste final de semana, o governo estipula que apenas uma pessoa de cada casa poderá sair às ruas, determinando poucas situações onde isso será liberado, como para a compra de alimentos ou por motivos médicos.

No caso dos estabelecimentos considerados essenciais , haverá mudanças no funcionamento: supermercados poderão funcionar das 6 às 19 horas, enquanto farmácias poderão ficar abertas 24 horas. Restaurantes, padarias e lanchonetes seguem apenas em esquema de entregas, das 6 da manhã às 22 horas. Feiras públicas podem operar das 4 às 8 horas.

Serão ainda adotadas mudanças no esquema de funcionamento das indústrias , agora com turnos de 12 horas — empresas responsáveis pela produção de insumos e itens essenciais estão liberadas dessa regra. No caso de aplicativos de transportes , eles só poderão levar passageiros que pertençam a algum dos grupos considerados essenciais.

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Ao anunciar as medidas, o governador Wilson Lima disse que não se trata de um lockdown , e que não há motivo para uma corrida aos mercados neste final de semana.

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“É preciso ter prudência, é preciso que as pessoas entendam a necessidade que temos de tomar essas medidas, que são medidas duras, mas necessárias para salvar a maior quantidade de vidas”, declarou na entrevista neste sábado.

UTIs lotadas

De acordo com os  números do consórcio de veículos de imprensa formado por O GLOBO, Extra, G1, UOL, Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo, o estado do Amazonas apresenta alta de 156% na média móvel de óbitos, em relação à semana anterior. Na sexta-feira, foram confirmados 3.975 casos e 132 mortes relacionadas à doença em um período de 24 horas.

Durante a entrevista coletiva, o secretário de Saúde, Marcellus Campelo, declarou que hospitais públicos e prontos socorros já operam acima da capacidade, e que a rede privada também está quase sem leitos disponíveis. Ao todo, 584 pessoas aguardam na fila para serem internadas, com diferentes níveis de gravidade.

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Lima também reconheceu que o volume de oxigênio disponível ainda não é o ideal, e que a situação pode melhorar com as medidas de restrição e a eventual queda no número de infectados.

“A gente só vai conseguir essa disponibilidade (de oxigênio) se a gente diminuir a pressão sobre a rede, diminuir a quantidade de pessoas infectadas, procurando um hospital. Daí a necessidade de que cada um assuma seu papel”, declarou o governador.

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