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Nada justifica desprezo pela vida, diz Doria ao criticar aglomerações em praias

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Governo do Estado de São Paulo/Divulgação

“Para preservar vidas, é preciso que as pessoas tenham responsabilidade social”, disse o governador

No último final de semana, imagens de praias lotadas no litoral de São Paulo viralizaram nas redes sociais e fizeram crescer o tom das críticas aos que deixaram as medidas de segurança e saúde de lado em meio à pandemia da Covid-19. Ao tratar sobre o tema nesta segunda-feira (31), o  governador João Doria lamentou o descaso de parte da população e disse que não há motivos para comemorar.

“Temos razões para nos preocupar. Os resultados positivos que São Paulo tem alcançado não justificam aglomerações de nenhuma espécie. Estamos em quarentena, quero deixar isso bem claro, e ela prosseguirá enquanto não tivermos a vacina. Para preservar vidas, é preciso que as pessoas tenham responsabilidade e respeito. Nada justifica o desprezo pela vida”, afirmou Doria , durante entrevista coletiva no Palácio do Bandeiras.

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Ao tratar sobre o tema, mais uma vez direcionando seu apelo aos jovens , o governador usou, inclusive, o próprio exemplo ao lembrar do poder do vírus, que já matou mais de 30 mil pessoas apenas no estado de São Paulo, número maior do que os identificados na maioria dos países.

“Eu me recuperei, mas muitos não conseguiram. Não há razão para celebração. Entendo que, após seis meses de confinamento, sobretudo os jovens se sintam compelidos a se aglomerarem e não usarem máscaras. Mas eles não devem fazer isso. Queremos jovens com vida, e não pais chorando a morte de seus filhos”, frisou.

Por fim, ele mandou recado aos prefeitos do estado, para que estes não permitam novas aglomerações e garantam que as imagens do último final de semana não se repitam, principalmente por conta do feriado do dia 07 de setembro.

“Tenho convicção que eles saberão agir com responsabilidade pela vida e pela saúde, para impedir que isso aconteça novamente. Porém, de nada adiantará esse esforço se cada cidadão não proteger sua própria vida e a de seus familiares”, finalizou Doria .

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Conselho suspende médico denunciado por abuso sexual em São Paulo

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Agência Brasil

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Abib Maldaun Neto é acusado de cometer abuso sexual dentro do próprio consultório, no bairro dos Jardins, na capital paulista


O médico Abib Maldaun Neto foi suspenso cautelarmente pelo Conselho Regional de Medicina do Estado de São Paulo (Cremesp) em decorrência de denúncias sobre abuso sexual . A interdição terá validade a partir da publicação em Diário Oficial da União, para o qual o edital já foi enviado.


Segundo o conselho, a suspensão é válida por seis meses, podendo ser renovada por igual período. Neste prazo, o registro profissional do médico ficará suspenso em todo o território nacional. “O Cremesp esclarece ainda que, mesmo com a interdição cautelar, sindicâncias e processos ético-profissionais em curso contra o médico seguirão normalmente, sob sigilo determinado por lei”, diz nota da entidade.

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Ele é acusado de cometer abuso sexual dentro do próprio consultório, no bairro dos Jardins, na capital paulista. Segundo o Ministério Público do estado de São Paulo, o médico já foi condenado em segunda instância por violação sexual mediante fraude pelo Tribunal de Justiça de São Paulo, mas continuava atendendo com autorização do Cremesp. 

A defesa do médico informou, em nota divulgada no site de Maldaun Neto, que os autos tramitam sob segredo de justiça para proteger a privacidade dos envolvidos, o que impossibilita a exposição de detalhes do caso. “Vale salientar que a Constituição Federal consagra o princípio da presunção de inocência e estando o processo em fase de recurso, reafirmamos a plena e inequívoca confiança na justiça para reconhecer a sua inocência”, destacou a defesa, em nota.

No texto, há declaração do médico , dizendo que mantém a consciência tranquila, e que jamais praticou ato imoral ou ilegal contra qualquer paciente ou cidadão. “Sempre atuei de forma ética, integra e profissional zelando pela dignidade da honrosa profissão a qual dedico a minha vida, por esta razão sempre colaborei com o processo, comparecendo em todos os atos e me colocando à disposição da justiça a fim de que a verdade real dos fatos seja devidamente comprovada”.

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