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PF aponta que Chico Rodrigues era ‘gestor paralelo’ na Saúde em Roraima

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Senador Chico Rodrigues (DEM-RR)
Edilson Rodrigues/Agência Senado

PF aponta que Chico Rodrigues era ‘gestor paralelo’ na Saúde em Roraima

Um relatório da Polícia Federal mostrou que o senador Chico Rodrigues, que foi flagrado com dinheiro na cueca pelos agentes, usou da proximidade que tem com o governador de Roraima, Antonio Denarium, para beneficiar empresas investigadas pela PF.

Segundo a PF, o senador atuava como um “gestor paralelo” da Secretaria Estadual de Saúde de Roraima. O documento mostra que Chico agiu para evitar a demissão do então Secretário Adjunto de Saúde de Roraima, Francisco Monteiro Neto.

Além disso, Chico Rodrigues estaria tentando articular com a gestão do estado para que o governador não abrisse uma nova licitação. Ao invés disso, ele deveria estender os contratos com empresas de Gilce Pinto, uma empresária também investigada pela PF e que estaria sendo beneficiada com a ajuda da máquina pública.

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O relatório da PF aponta que em diversas ocasiões, o senador cobrava de Francisvaldo de Melo Paixão, um ex-servidor da Sesau, pagamentos para Gilce.

Histórico 

Chico Rodrigues foi preso tentando ocultar dinheiro na cueca no último dia 14. A quantia girava em torno de R$ 33 mil em dinheiro. A defesa do senador afirma que o dinheiro tem origem lícita e diz que ele não cometeu irregularidades. 

Após a polêmica e o envolvimento em atividades suspeitas que estão sendo investigadas, o senador pediu licença do cargo no Senado por 121 dias.

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NACIONAL

Polícia prende quadrilha que usava Pix para vender metanfetamina no Rio

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Drogas
Divulgação/Polícia Civil – RJ

Além da droga, foram apreendidos equipamentos utilizados na produção e comercialização dos produtos

Na noite desta setxa-feira (27), a Polícia Civil prendeu dois homens suspeitos de vender metanfetamina em Copacabana, região sul da cidade do Rio de Janeiro . Ambos são investigados por integrarem uma quadrilha que movimentava até R$ 700 mil por mês com a venda dos entorpecentes, que era realizada até por meio do Pix, novo método de pagamento vigente no país.

Segundo informações do portal Uol, Saulo Mateus Noronha e Jonathan Soares da Silva foram presos em flagrante acusados de tráfico de drogas e formação de quadrilha. A prisão só foi possível após denúncia anônima sobre uma movimentação em um imóvel na rua Barata Ribeiro, onde os agentes encontraram grande quantidade da metanfetamina , além de balanças de precisão, máquinas de cartão e materiais para fabricação e comercialização.

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Ainda de acordo com a publicação, as negociações ocorriam na chamada “deepweb” e a quadrilha se mantinha em constante movimento, trocando de endereço a cada três meses, para não levantar suspeitas e chamar a atenção da polícia . Agora, o objetivo dos investigadores é identificar outros possíveis integrantes do grupo, além de possíveis compradores.

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