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Polícia prende membros de quadrilha especializada em tráfico interestadual

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Polícia prende membros de quadrilha  de tráfico interestadual de drogas
PMMG / DIVULGAÇÃO

Polícia prende membros de quadrilha de tráfico interestadual de drogas

A polícia prendeu nesta sexta-feira acusados de pertencerem a uma quadrilha especializada no  tráfico interestadual de drogas. Segundo a polícia, dois homens foram presos em flagrante e farto material foi apreendido, em Jacarepaguá, na Zona Oeste. A ação foi comandada pela 48ª DP (Seropédica).

De acordo com a investigação, estima-se que o grupo movimentava cerca de R$ 250 mil por mês com a venda de substâncias ilícitas. Segundo os agentes, as prisões ocorreram em um apartamento de classe média, que era usado como base pelos suspeitos.

No endereço, segundo a polícia, havia diversas variedades de maconha, como skunk, haxixe, shatteer (substância concentrada derivada da maconha) e óleo de THC (princípio ativo da maconha) em cartuchos para serem utilizados em cigarros eletrônicos. Também foi encontrado MDMA (princípio ativo do Ecstasy) em depósito para venda.

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A polícia informou que o imóvel tinha estufa para produção de maconha. Os agentes também contaram que encontraram no local diversos pacotes já prontos, que seriam remetidos para destinatários dos estados de São Paulo, Minas Gerais e Espírito Santo.

As investigações apontam que os traficantes encaminhavam as drogas por meio dos Correios e de empresas de logística.

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Pai de Henry critica tentativa de Jairinho voltar à Câmara do Rio

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Leniel com o seu filho Henry, que tinha quatro anos
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Leniel com o seu filho Henry, que tinha quatro anos

O pai do menino Henry Borel, morto em abril, o engenheiro Leniel Borel reagiu à tentativa de Jairo Souza Santos Junior, o Dr. Jairinho, preso acusado de torturar e assassinar a criança, voltar à Câmara do Rio .

Como publicado pela coluna do jornalista Ancelmo Gois, no GLOBO, Jairinho apresentou Mandado de Segurança ao Tribunal de Justiça do Rio (TJ-RJ) contra a decisão que cassou seu mandato como vereador do Rio, em junho deste ano. Leniel afirmou que “esse tipo de manobra já era esperada por este monstro, principalmente por se tratar de uma família inserida no cenário político atual”.

“É revoltante que o Jairo continue se prevalecendo da influência política após o assassinato do meu filho, uma criança inocente que não merecia ser agredida. Infelizmente esse tipo de manobra já era esperada por este monstro, principalmente por se tratar de uma família inserida no cenário político atual. Apresentar como pretensão retomar a carreira pública, na qualidade de representante do povo, o que pressupõe limpidez e ausência de mácula em condutas sociais não se compatibiliza com inúmeras agressões a outras crianças e com o brutal assassinato do meu filhinho”, afirmou Leniel.

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Segundo a defesa de Jairinho, o inquérito que investiga sua participação na morte de Henry “não possui condão de afastar a presunção de sua inocência”. O pai de Henry também rebate esta tese.

“O inquérito policial está muito bem documentado e conclui as autorias do assassinato de uma criança inocente na madrugada do dia 8 de março deste ano. Apesar de todas essas tentativas da defesa, a verdade sempre prevalecerá. Como pai e cidadão entendo que seja um momento oportuno para que a Justiça prevaleça sobre institutos subjetivos invocados como subterfúgios defensivos que não representam uma sociedade íntegra”, completou.

O médico e ex-vereador Jairo Souza Santos Júnio, o Jairinho, e a mãe de Henry, a professora Monique Medeiros da Costa e Silva, são acusados de torturas e do homicídio qualificado de Henry Borel Medeiros.

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Monique e Jairinho estão presos desde 8 de abril de 2021 . O médico e ex-vereador teve negado um pedido de habeas corpus negado pelos desembargadores da 7ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça do Rio. Já a professora entrou com um pedido de relaxamento de prisão no Supremo Tribunal Federal .

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