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“Precisamos tratar a Covid-19 com equilíbrio”, diz governador do Rio

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Cláudio Castro, governador em exercício do Rio de Janeiro
Luis Alvarenga / Governo do Estado do Rio de Janeiro

Cláudio Castro, governador em exercício do Rio de Janeiro

Cláudio Castro, governador em exercício do Rio de Janeiro , se manifestou nesta quarta-feira (21), sobre a medida da Justiça em suspender quatro decretos de medidas restritivas contra a proliferação do novo coronavírus da prefeitura local. As informações foram apuradas pelo Metrópoles. 

De acordo com o Castro , Judiciário e Executivo deviam trabalhar juntos, no âmbito municipal, estadual ou federal e priorizar medidas que não sejam prejudiciais para a população. 

“Eu vou continuar batendo na tecla que venho falando o tempo todo: nós precisamos tratar a Covid-19 com equilíbrio. Equilíbrio precisa ser a nossa palavra de ordem. Tanto governantes quanto o Judiciário, quando não baseados na técnica ou com uma visão politiqueira, tomam decisões erradas, e quem sofre é a população”, declarou.

Conforme fala o governador em exercício, duas vacinas são necessárias :“Essa que colocamos no braço, que é importante, mas também a vacina contra a fome, o desemprego e a miséria que estamos vendo”, ressaltou.

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“Tanto aos municípios que fazem uma restrição extremamente dura, e que, às vezes, não tem necessidade, quanto as cidades que não fazem nada deixando a população à mercê de uma doença que está matando muito, esse desequilíbrio é o que nós temos que combater hoje. Nosso inimigo é o vírus”, contou o governador, durante entrevista à Rádio Tupi.

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Na terça-feira (20), a juíza Regina Lúcia Chuquer, 6ª Vara da Fazenda Pública, revogou quatro decretos da prefeitura do Rio que determina medias restritivas na cidade. Medidas que proibiam a permanência em via pública das 23h até as 5h, acesso às praias, funcionamento de bares e restaurantes até as 22h e atuação de casas de espetáculo e boates foram suspensas.

“Nem mesmo uma pandemia gravíssima como a vivenciada na atualidade autoriza o cerceamento da liberdade individual de cada cidadão carioca, ao argumento da possibilidade de transmissão acelerada da doença ou mesmo da falta de vagas em hospitais”, explicou em um trecho da decisão.

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Os decretos 48.604, 48.644 e 48.706 foram retirados. De acordo com o Tribunal de Justiça, liminar foi divulgada no dia 16 de abril, porém, o mandado de intimação a prefeitura local ainda não foi enviado.

Ação foi sugerida pelo deputado estadual Anderson Moraes (PSL), que através de suas redes sociais, chamou de “ditadura”, os decretos editados pelo atual prefeito Eduardo Paes .

“Liberação das praias, comércio, toque de recolher, fim da força coercitiva da guarda municipal contra o cidadão e o fim da proibição da permanência em áreas públicas”, manifestou o deputado em uma rede social.

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‘Queiroga com certeza será reconvocado à CPI’, diz Omar Aziz

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 'Queiroga com certeza será reconvocado à CPI', diz Omar Aziz
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‘Queiroga com certeza será reconvocado à CPI’, diz Omar Aziz

O senador e presidente da CPI da Covid , Omar Aziz (PSD-AM), se posicionou sobre o depoimento do ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, como a “grande decepção” da comissão até o momento. Em relação as falas pouco objetivas, Aziz reiterou que Queiroga “com certeza” será reconvocado. As falas foram reproduzidas em uma entrevista no YouTube para o canal do historiador Marco Antônio Villa.

O motivo que levou o presidente da comissão em buscar uma nova audiência para ouvir Queiroga é a constante contradição entre as diretrizes do Ministério da Saúde e as políticas públicas do governo Bolsonaro .

Queiroga declarou inúmeras vezes que não se pronunciaria em seu depoimento pois não havia um protocolo de tratamento para a covid-19 elaborado pela Comissão Nacional de Incorporação de Tecnologias no SUS (Conitec).

Renan Calheiros declarou no último sábado (08) que a estratégia adotada pelo cardiologista comandante do Ministério da Saúde de não responder objetivamente as perguntas é uma outra maneira de “não falar a verdade”.

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Aziz ratificou o posicionamento de Calheiros ao declarar que “a gente perguntava se ele era a favor da cloroquina – e ele não citava a palavra cloroquina, falava em ‘fármacos’ -, ele jogava para a Conitec”.


O presidente da CPI argumentou que o posicionamento de Queiroga visa “não magoar o chefe” e que as contradições existentes dão base para que o ministro seja reconcado”.

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