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Recém-nascido prematuro é abandonado em saco plástico no Mato Grosso do Sul

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Um bebê recém-nascido foi encontrado dentro de uma sacola plástica na madrugada desta quarta-feira (9) na cidade de Ponta Porã, no Mato Grosso do Sul . Segundo boletim de ocorrência, o bebê, um menino, seria prematuro de cerca de 25 semanas de gestação.

O choro do recém-nascido foi escutado por uma moradora da região, que atravessou a rua em direção ao barulho e encontrou o bebê dentro de um saco ainda com a placenta. Ela o levou para um hospital da região.

Do hospital, o bebê foi encaminhado para uma Unidade de Tratamento Intensivo da cidade de Dourados. Ele tem estado de saúde estável e precisa de ventilação mecânica para sobreviver.

O caso é investigado pela 1ª Delegacia de Ponta Porã. A polícia não deu detalhes sobre o suspeito do abandono do recém-nascido até o momento.

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Justiça suspende decisão de Salles que acabou com proteção a manguezais

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Ricardo Salles / Twitter

Ricardo Salles, Frederico D’Ávilla e Jair Bolsonaro

A Justiça Federal do Rio de Janeiro suspendeu, nesta terça-feira (29), a extinção de duas resoluções do Conselho Nacional do Meio Ambiente, que é presidido pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, que delimitavam as áreas de proteção permanente (APPs) de manguezais e de restingas do litoral brasileiro.

A decisão permitia a exploração comercial e imobiliária de regiões protegidas por determinações ambientais. “Tendo em vista o evidente risco de danos irrecuperáveis ao meio ambiente, defiro antecipação dos efeitos da tutela para suspender os efeitos da revogação apreciada na 135ª Reunião Ordinária do Conama”, escreveu a juíza Maria Amélia Almeida Senos de Carvalho.

A decisão tem caráter liminar e foi protocolada com a justificativa de que a ação do Conama “viola o direito constitucional a um meio ambiente ecologicamente equilibrado”.

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Ao explicar a extinção das normas, governo havia dito que essas resoluções já não eram mais cumpridas na prática. Especialistas em meio ambiente apontaram, porém, que até hoje essas normas são aplicadas, porque são os únicos instrumentos legais que protegem, efetivamente, essas áreas. 

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