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Rio: metrô volta a funcionar após princípio de incêndio entre estações do Centro

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As linhas 1, 2 e 4 do MetrôRio já operam normalmente, com todas as estações abertas, na manhã deste sábado, segundo a concessionária. O funcionamento foi retomado às 5h, como era esperado, após uma  paralisação na circulação devido a um princípio de incêndio entre as estação Central do Brasil e Presidente Vargas. Ninguém ficou ferido.

Na noite desta sexta-feira, o MetrôRio informou que a operação nas linhas 1, 2 e 4 ficaria suspensa pelo restante do dia para que os técnicos da concessionária atuassem no reparo completo do sistema. E recomendou que os passageiros usassem outros meios de transporte, visto que a retomada era esperada apenas no sábado.

“A operação foi interrompida nesta noite por conta de falha no sistema de energia, ocasionada por um princípio de incêndio que atingiu o canal de cabos no trecho entre as estações Central e Presidente Vargas. O Corpo de Bombeiros foi acionado e a situação foi controlada”, disse trecho da nota divulgada na sexta-feira.

Segundo o Corpo de Bombeiros a coorporação foi acionada às 18h 02 para a estação Central do Brasil. Os trilhos foram desenergizados para o trabalho dos Bombeiros, mas ainda havia muita fumaça no túnel de acesso ao local onde teria ocorrido o princípio de incêndio. Devido ao grande volume de fumaça os militares tiveram que realizar uma manobra de exaustão mecânica para poder chegar ao ponto do incêndio. Por volta das 19h não havia mais fogo e foi constatado um curto-circuito. A estação foi liberada para os trabalhos dos técnicos do Metrô.

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Em relatos nas redes sociais, usuários contaram que o problema afetou primeiramente estações entre Jardim Oceânico e Central do Brasil, mas houve reflexos em outras. A Agência Reguladora de Transportes do Rio (Agetransp) afirmou que apura as causas da paralisação.

“Minha mãe estava dentro do metrô da Presidente Vargas e começou um incêndio na fiação e o vagão encheu de fumaça fazendo com que as pessoas ficassem desesperadas tentando sair e não tiveram nehuma informação do Metrô”, relatou um usuário.

Passageiros também relataram em redes sociais que foi entregue vouchers para os usuários. Há relatos, no entanto, de grandes filas e faltas de informação dentro das estações.

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“Embarquei em Coelho Neto, estou a quase uma hora no trem, ainda estou em Vicente de Carvalho, e o metrô não avisa o que houve, só diz que permanecerá parado”, disse outro passageiro nas redes.

Comissão de Transportes fará representação ao MP

O presidente da Comissão de Transportes da Assembleia Legislativa, deputado Dionísio Lins (Progressista), dará entrada na próxima segunda-feira em uma uma representação na Promotoria de Tutela de Defesa do Consumidor do Ministério Público. No ofício ele pedirá apuração do motivo do incêndio:

“Não dá para entender o fato de quase todos os dias o metrô apresentar um problema elétrico como denunciam os usuários. Eles pediram e tiveram o reajuste da passagem de R$ 5,00 para R$5,80 com a finalidade de melhorar a qualidade do serviço prestado, principalmente no que diz respeito a segurança. Estamos solicitando que o MP apurade as responsabilidade e implemente um ajuste de conduta para que os usuários não sejam mais penalizados, ficando sem saber com irão se deslocar para seus lares ou locais de trabalho e na dúvida se receberão de volta ou não o valor pago. Essa situação não pode se tornar uma constante”, afirmou.

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Rio: PM suspeito de ferir grávida diz que atirou após homens tentarem tomar arma

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 Local onde ocorreu o dispaaro, em Petrópolis, no Rio
Reprodução/Google Street View

Local onde ocorreu o dispaaro, em Petrópolis, no Rio

O policial militar que se envolveu numa  confusão no último domingo em um bar no bairro Meio da Serra, em Petrópolis, na Região Serrana do Rio, disse em depoimento à Polícia Civil que atirou após homens que estavam no local terem tentado pegar a sua arma. Cinco pessoas ficaram feridas por estilhaços após o militar, que estava de folga, ter feito ao menos um disparo. Uma das vítimas é uma grávida de 19 anos. O caso está sendo investigado pela 105ª DP (Petrópolis).

Em seu depoimento, o policial ainda alega que deu um tiro de alerta no chão. No entanto, as vítimas afirmam que o militar estava descontrolado e já chegou ao local atirando. As informações iniciais são de que a confusão começou após uma discussão por causa do som alto no bar. A grávida afirma que no local era realizado o seu chá de bebê.

Em nota, a Polícia Civil informou que a delegacia de Petrópolis instaurou inquérito para apurar as circunstâncias dos disparos efetuados pelo policial. Testemunhas e vítimas estão sendo ouvidas e os investigadores buscam câmeras de segurança para esclarecer o que ocorreu. Ainda de acordo com a polícia, as vítimas sofreram lesões sem gravidade e têm estado de saúde estável.

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A grávida foi levada para o Hospital Alcides Carneiro, em Petrópolis, e continuava internada até a noite desta segunda-feira. Ainda não há informações atualizadas sobre seu estado de saúde.

O policial militar é lotado no 26ª BPM (Petrópolis) e trabalha no fórum da cidade. Segundo informações da PM, após a confusão, ele se apresentou ao comando do batalhão e um Inquérito Policial Militar (IPM) foi aberto.

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