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SC: Influencer e cão mortos serão homenageados com pinturas e Dog Park

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Jesse Koz e seu cão Shurastey em São Francisco, nos Estados Unidos
Reprodução/Instagram – 26.05.2022

Jesse Koz e seu cão Shurastey em São Francisco, nos Estados Unidos

influencer Jesse Koz, de 29 anos, e seu golden retriever Shurastey, mortos num acidente na cidade de Portland, em Oregon (EUA) quando faziam uma viagem que tinha como objetivo chegar até o Alasca, ganharão homenagens em Balneáriio Camboriú, Santa Catarina, onde moravam antes de começar a aventura. Os dois, que tinham como meio de transporte o Fusca 1978 Dodonga, ganharão pinturas artísticas na Avenida do Estado. Além disso, Shurastey dará nome a um Dog Park e ele e Koz serão temas da cãominhada que acontecerá em 9 de julho. As medidas foram anunciadas pelo prefeito de Balneário Camboriú, Fabrício Oliveira (Podemos) nas redes sociais, nesta quarta-feira.

“A cidade fará uma homenagem através da arte para eternizar a dupla Jesse e Shurastey, que levaram com orgulho o nome da nossa cidade e do nosso país para o mundo. Essa dupla vai continuar a inspirar a celebração da vida, a leveza da alma, a amizade e o respeito aos animais”, escreveu Oliveira. Segundo a polícia do estado de Oregon, o acidente teria ocorrido porque Koz tentou desviar de um engarrafamento e acabou batendo de frente com outro veículo. A motorista desse carro, Eileen Huss, de 62 anos, ficou ferida e foi hospitalizada. Com ela estava uma criança de 2 anos, que não ficou ferida.

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Com Dodongo, Koz e Shurastey caíram na estrada em 2017. A dupla já tinha percorrido mais de 85 mil quilômetros, totalizando 17 países, informação que consta no perfil do influenciador no Instagram.

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NACIONAL

Rio de Janeiro: quiosque em homenagem a Moïse Kabagambe é inaugurado

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Quiosque em homenagem a Moïse Kabagambe, no Rio de Janeiro
Divulgação/Prefeitura do Rio

Quiosque em homenagem a Moïse Kabagambe, no Rio de Janeiro

A prefeitura do Rio de Janeiro inaugurou, nesta quinta-feira (30), um quisque em homenagem a Moïse Kabagambe,  congolês que foi brutalmente assassinado no dia 24 de janeiro deste ano no estabelecimento onde trabalhava como atendente.

O espaço foi inaugurado no Parque Madureira, na Zona Norte da cidade, na data em que é comemorado o Dia da Independência da República Democrática do Congo (RDC), realizada há 62 anos.

Repsententantes da prefeitura, membros do Consulado do Congo e da Acnur, a agência da ONU para refugiados, participaram da cerimônia.

O local tem 154m² de área total e capacidade para 60 lugares. O estabelecimento contará com um cardápio inspirado nos pratos típicos do RDC, além de abrigar um memorial para celebrar a cultura africana.

Além da prefeitura, participou também da elaboração do projeto a Orla Rio, concessionária que administras os quiosques da cidade.


Parentes escolheram o local para a construção do quisque após uma consulta da prefeitura. Inicialmente, foi proposto que a família passasse a administrar o estabelecimento onde Moïse foi morto, mas familiares do congolês consideraram que o espaço traria lembranças ruins. Então, ficou decidido que ele seria construído no Parque Madureira Mestre Monarco.

“Agradeço ao prefeito Eduardo Paes e toda sua equipe, ao João Barreto, presidente da Orla Rio, e todos os demais envolvidos. Recebam nosso obrigado por esse quiosque em homenagem à memória do nosso filho. O que aconteceu com ele atinge e afeta todo mundo”, disse Clude Kabagambe, pai de Moïse.

Ivana Lay, mãe de Moïse, revelou um duplo sentimento em relação à inauguração, e cobrou justiça pela morte do seu filho.

“É um sentimento dividido. Esse quiosque é bom. Mas também a gente quer Justiça. A gente agradece pelo quiosque, mas ele não vai acabar com essa dor. Hoje cedo, antes de vir para cá, a gente foi lá, onde mataram ele. Quando eu cheguei aqui e vi a foto, chorei. É muita dor”, desabafou. 

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Assassinato de Moïse Kabagambe

Moise Mugenyi Kabagambe, de 24 anos, foi espancado em janeiro deste ano  próximo a um quiosque onde ele trabalhava, na Barra da Tijuca. 

O assassinato foi registrado por câmeras de segurança do local. O crime teria tido início após a cobrança pelo pagamento atrasado. As imagens gravadas mostram três homens espancando o congolês até a morte, e flagram os agressores dando socos, chutes e até golpes com pedaços de pau nele.

O rapaz foi encontrado por policiais com pés e mãos amarradas, deitado ao chão já sem vida, em um ponto próximo ao estabelecimento nomeado como Tropicália.

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Fonte: IG Nacional

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