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Sobe para 37 o número de pessoas presas ou conduzidas durante eleições

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Agência Brasil

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Rovena Rosa/Agência Brasil

Mais de R$ 12 mil já foram apreendidos com cabos eleitorais, além de cinco veículos e de materiais usados para campanha.


Trinta e sete pessoas foram presas ou conduzidas até as 13h deste domingo de eleições . De acordo com balanço divulgado pelo Ministério da Justiça e Segurança Pública, dois inquéritos policiais foram instaurados e nove termos circunstanciados de ocorrência foram lavrados até o momento. Mais de R$ 12 mil já foram apreendidos com cabos eleitorais, além de cinco veículos e de materiais usados para campanha.


Entre as 153 ocorrências já registradas por crime eleitoral em todo o país, 93 foram por desobediência a ordens da Justiça Eleitoral; 24 por desordem que prejudique os trabalhos eleitorais; 27 por boca de urna; cinco por compra de votos; e quatro por concentração de eleitores.

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Três ocorrências de crimes comuns relacionados às eleições foram registradas: um caso de ameaça; um de furto e um de vias de fato (briga). Nove incidentes de segurança pública e defesa social resultaram em ocorrências. Quatro delas por bloqueio de vias; três para atendimentos de urgência e emergência; uma por falta de energia e uma por manifestações.

Integrantes da Secretaria de Operações Integradas do Ministério da Justiça e Segurança Pública, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, do Ministério da Defesa, Tribunal Superior Eleitoral, representantes dos estados e de outros órgãos do governo federal têm acesso às ocorrências. A Operação Eleições 2020 conta com efetivo de 95.661 agentes e o apoio de 14.419 viaturas.

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NACIONAL

Bolsonaro: “Pelo STF, eu tinha que estar na praia, tomando uma cerveja”

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Jair Bolsonaro
Mariana Schreiber – Da BBC News Brasil em Brasília

Bolsonaro já afirmou a apoiadores que “só deus” pode tirá-lo do cargo

O presidente Jair Bolsonaro (sem partido) disse nesta sexta-feira (15) não ser responsável pelo atraso nas vacinas e pela explosão de casos de Covid-19  que já colapsou o sistema de saúde do estado de Amazonas.

Em entrevista à Bandeirantes , Bolsonaro afirmou que o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que o Supremo Tribunal Federal (STF) conferiu a governadores e prefeitos o poder de decidir sobre políticas contenção à pandemia.

“Eu tinha que estar na praia uma hora dessas. Pelo STF, eu tinha que estar na praia agora, tomando uma cerveja. O Supremo falou isso para mim. O erro meu agora foi não atender ao STF e estar interferindo, ajudando quem está morrendo em Manaus”, disse.

Sobre uma eventual abertura de processo de impeachment, o presidente afirmou que “não existe nada de concreto” contra ele e que “querem inventar uma narrativa” para tirá-lo do cargo.

‘Querem inventar uma fake news, uma narrativa para me tirar daqui. Qual moral tem João Doria e o Rodrigo Maia em falar de impeachment ou me acusar de tudo isso que está acontecendo aí se eu fui impedido pelo STF de fazer qualquer ação em combate ao coronavírus em estados e municípios?”, questionou.

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