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Sobrinho de Bolsonaro deixa equipe de senador afastado Chico Rodrigues

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Aliados aconselharam sobrinho de Bolsonaro a sair do gabinete de Chico Rodrigues

O sobrinho do presidente Jair Bolsonaro (sem partido), Leonardo Rodrigues de Jesus, conhecido como Léo Índio, pediu exoneração do gabinete do  senador Chico Rodrigues, investigado por supostos desvios de recursos públicos que seriam destinados ao combate à pandemia de Covid-19, em Roraima.

Durante a deflagração de uma operação que investigava desvio de dinheiro das ações de combate à Covid-19, nesta quarta-feira (14), agentes da Polícia Federal encontraram dinheiro vivo na cueca do vice-líder do governo no Senado, Chico Rodrigues.

Segundo os oficiais, o homem levava cerca de R$ 30 mil e parte do valor estava entre suas nádegas e dentro do seu ânus.

Após o episódio, o senador vem sendo alvo de críticas da oposição e, inclusive,  foi afastado do cargo por 90 dias. Com isso, o sobrinho do presidente fez o pdeido para sair da equipe do senador na tarde desta quinta-feira (15). Leo Índio havia sido aconselhado por apoiadores do governo Bolsonaro a pedir exoneração.

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Logo após o pedido de demissão, Léo Índio também atualizou o sua identificação nas redes sociais. Antes, ele ostentava o telefone do gabinete de Chico Rodrigues no Senado. Agora somente o parentesco com o chefe do Executivo.

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MPF recorre de decisão que negou afastamento de Salles

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MPF reforçou o pedido de afastamento do ministro do meio ambiente
ESTADÃO CONTEÚDO

MPF reforçou o pedido de afastamento do ministro do meio ambiente

O MPF (Ministério Público Federal) recorreu nesta quarta-feira (28) da decisão que negou o pedido de afastar o ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles,  acusado de “desestruturar intencionalmente” as estruturas de proteção ambiental do Brasil.

No pedido encaminhado ao TRF1 (Tribunal Regional Federal da 1ª Região), o MPF aponta que, ao negar o afastamento de Salles, a Justiça “ignora farta jurisprudência que prevê a intervenção judicial quando a permanência de um acusado de improbidade coloca em risco bens fundamentais e direitos constitucionais”.

O texto também cita várias decisões de tribunais em que autoridades públicas foram mantidas afastadas de seus cargos para proteger a probidade administrativa e direitos coletivos.

A solicitação foi negada no último dia 14 de outubro pelo juiz Márcio França Moreira, da primeira instância da Justiça Federal em Brasília. Ele avaliou que em ações de improbidade só cabe afastamento se houver prejuízo à instrução do processo judicial e que isso não estava presente no caso do ministro.

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O MPF, porém, afirma que “existem indícios suficientes de que a permanência de Ricardo Salles, além dos graves danos ambientais e administrativos, também ameaça o andamento do processo de improbidade contra ele”.

“Ele precisa ser afastado”, diz o Ministério Público. “A cada dia que ele permanece no cargo, os danos crescem, tanto aos biomas brasileiros quanto ao sistema de proteção ambiental que, mesmo após o ajuizamento da ação, ele nunca parou de atacar”, reforça o pedido.

Segundo o órgão,desde julho, quando o pedido de afastamento foi feito, houve a perda de 27% do Pantanal e tanto o desmatamento quanto as queimadas alcançaram recordes históricos na Amazônia.

“Verifica-se, assim, que o desmatamento no Brasil vem apresentando, ao longo dos últimos dois anos, níveis alarmantes. Recordes de pelo menos uma década vêm sendo reiteradamente vencidos. No ano de 2019, o país foi o responsável, sozinho, por um terço da degradação de florestas nativas no mundo”, diz o recurso.

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