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Sul se prepara para lidar com novo surto de gafanhotos vindos da Argentina

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Nuvens de gafanhotos podem gerar crise humanitária no Chifre da África


O Sul do país – em especial o Rio Grande do Sul, que faz divisa com a Argentina – deve enfentar um  novo surto de gafanhotos na região. Produtores, sindicatos rurais e entidades da região alertaram as autoridades sobre a chegada de uma segunda onda de insetos vindos do país vizinho.


A Seapdr (Secretaria da Agricultura, Pecuária e Desenvolvimento Rural) deu início a uma investigação, nesta segunda-feira (1), para lidar com os insetos . A denúncia de uma segunda onda partiu dos próprios moradores da região.

A anáise feita por técnicos é que desta vez a infestação está descentralizada, portanto, não deverão se formar nuvens de gafanhotos , como as da última vez. O órgão suspeita que a praga da segunda onda seja de uma espécie comum e endêmica. 

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Qualquer pessoa pode entrar em contato com a secretaria para relatar surtos pelos canais abaixo:

Whatsapp: (51) 8412 9961

E-mail: [email protected]

Atendimento DDSV: (51) 3288-6289, 3288-6294

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Podcast Último Segundo: Armar população aumenta a segurança? Ouça

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Podcast Último Segundo: Armar população aumenta a segurança? Ouça
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Podcast Último Segundo: Armar população aumenta a segurança? Ouça

Em fevereiro deste ano, o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) editou quatro decretos que facilitam a aquisição de armamentos por pessoas comuns. Entre os detalhes do decreto estão:

  • Aumentar o limite de armas que cidadãos comuns podem ter, de quatro armas para seis;
  • Permitir o porte simultâneo de duas armas;
  • Facilitar a compra de armamentos e munições para colecionadores, atiradores e caçadores;
  • Ampliar a lista de categorias profissionais que têm direito a adquirir armas e munições.

Na prática, o recente movimento do presidente em armar a população significou a volta de uma discussão já conhecida pelo público: Armar ou não a população?

Segundo dados do DataSUS, de outubro do ano passado, as armas de fogo são responsáveis por cerca de 70% dos homicídios no país. Além disso, em dois anos de flexibilização das leis, desde que Bolsonaro foi eleito, houve um aumento de 180 mil novas armas de fogo registradas pela Polícia Federal.

Existem aqueles que concordam com as políticas armamentistas e aqueles que discordam. E a segurança pública sempre acaba sendo colocada como um dos argumentos de quem é a favor. O iG conversou com especialistas e cidadãos comuns para tentar entender como pensam as pessoas a favor e contra a liberação de armas no país. Ouça nosso podcast na sequência:

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