NACIONAL

Terremoto na Bahia produz tremores pelo 3º dia seguido

Publicados

em


source
bahia
Pablo Reis / Twitter / Reprodução de vídeo

Terremoto foi sentido na cidade de Amargosa, na Bahia


Moradores das cidades São Miguel das Matas, Amargosa, Laje, Jiquiriçá e Brejões, estão  sentindo tremores que são efeitos do terremoto que atingiu o recôncavo baiano no último domingo (30).


Segundo moradores de São Miguel das Matas, houve tremores 3 vezes durante a madrugada desta terça-feira (1), às 2h47 e 3h50 da madrugada, e por às 6h30. Ao menos três família ficaram desabrigadas na cidade.

Na cidade de Amargosa foram detectados tremores de magnitude 2.0 por volta das 3h31 e um segundo mais intenso, de 2.4 de magnitude , às 6h36. 


Leia Também:  Jiboia é encontrada em estacionamento de shopping e causa espanto
Propaganda

NACIONAL

TJPR absolve juíza acusada de racismo por condenar um negro com base na sua raça

Publicados

em


source
racismo
reprodução / Twitter

Sentença com teor racista foi dada pela juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba


O processo disciplinar contra a juíza Inês Marchalek Zarpelon, da 1ª Vara Criminal de Curitiba,  acusada de racismo por utilizar a raça de um réu negro para embasar a sua condenção a 14 e 2 meses de prisão por furto, foi arquivada pelo Órgão Especial (OE) do Tribunal de Justiça do Paraná (TJPR).


Os desembargadores da OE não viram má conduta ou crime de racismo na sentença da magistrada contra o réu Nathan Vieira da Silva, na qual ela dizia que ele era ” seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça “.

“Seguramente integrante do grupo criminoso, em razão da sua raça , agia de forma extremamente discreta os delitos e o seu comportamento, juntamente com os demais, causavam o desassossego e a desesperança da população, pelo que deve ser valorada negativamente”, dizia um trecho da decisão.

Leia Também:  Ex-secretário da Saúde do Rio afirma que governador em exercício recebia propina

Segundo os desembargadores, Inês não seria racista porque condenou todos os integrantes da quadrilha à mesma pena de Nathan, mesmo ele sendo o único negro do grupo. Os responsáveis pela decisão argumentam que a frase foi tirada de contexto  pela imprensa para incriminar a juíza.

“O Código Civil diz que toda vez que formos analisar, não temos que analisar a literalidade do texto, mas sim a intenção apresentada . Na condição dele [Natan], ele teria que ser discreto para não chamar a atenção”, defendeu o desembargador Luiz Osório Moraes Panza ao ser questionado se a juíza possui um histórico de casos de racismo.

A tese defendida pela OE é a de que o a frase “em razão da sua raça” estaria subordinada à oração que dava sequência ao parágrafo – “agia de forma extremamente discreta” – e não à anterior – “seguramente integrante do grupo criminoso”.

“Nós temos que interpretar a sentença com boa fé. Não se trata de uma sentença de três linhas”, disse o desembargador Clayton Maranhã. “Parece que as pessoas têm preguiça de ler, mas não têm preguiça de sair atacando nas redes sociais”, completou.

Leia Também:  Homem agride bebê de 45 dias e mulher em Santa Catarina

Continue lendo

MOMENTO POLICIAL

MOMENTO DESTAQUE

MOMENTO MULHER

MOMENTO PET

MAIS LIDAS DA SEMANA